Flatland - Parte I (Para Cima e Não Para o Norte)

Patrícia Portela
Portugal / Bélgica

Este espetáculo multimídia foi criado entre 2004 e 2006 e é composto por três partes: Para Cima e não Para Norte, Ser é Ser Visto e Baseado Numa História Verdadeira. A trilogia sustenta a tese de que para que as coisas existam (três dimensões) devem passar pelo plano da representação (duas dimensões). Flatland discute esse horizonte de representação que tem sido emblemático na filosofia ocidental e que se desdobra em implicações nos campos da estética, ontologia e metafísica. Sua criadora utiliza tecnologias a serviço de uma dramaturgia original, ousada, que subverte o processo de criação teatral. Une o teatro, a fábula, o cinema, a literatura para questionar a si mesmo e o mundo em que vive.

Patrícia Portela cresceu em Lisboa, Utrecht, Helsínquia e atualmente vive entre os países Portugal e Bélgica. Atua quase sempre nos bastidores do teatro, dança e cinema. Premiada com Menção Honrosa Prêmio Acarte com o espetáculo WasteBand (2003) e com a Menção Especial da crítica pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro para a Trilogia Flatland (2007), enveredou-se pelo universo da literatura e lançou sua primeira obra de ficção no ano passado, intitulada Odília.

Direção e concepção: Patrícia Portela em colaboração com Christoph de Boeck, Anton Skrzypiciel, Irmã Lucia Efeitos Especiais e Helder Cardoso. Com: Anton Skrzypiciel.

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