| |||||||||||||||||||||
|
| |||||||||||||||||||||
![]() | |||||||||||||||||||||
|
A vitalidade da produção dos países do circuito sul está no centro da Videobrasil Coleção de Autores, lançada em 2000, e que a cada ano cria um documentário inédito sobre um artista contemporâneo. Os filmes são concebidos e produzidos pela Associação Cultural Videobrasil, em parceria com o SESC São Paulo. Em cada título, um diretor especialmente convidado documenta as idéias e o processo de trabalho do autor escolhido. O sul-africano William Kentridge, expoente da arte contemporânea de seu país, foi o tema do primeiro documentário. A Coleção continuou com o brasileiro Rafael França, precursor da arte eletrônica no Brasil. Em seguida foi a vez da dupla Mau Wal - do brasileiro Maurício Dias e do suíço Walter Riedweg - que se inspiram nas ruas para criar projetos ligados à idéia de territorialidade. Em 2004 foi lançado um filme sobre Akram Zaatari, grande articulador da cena artística do Líbano do pós-guerra. O título foi o primeiro pensado para o formato DVD. Vertidos para a mesma mídia, os documentários anteriores da Coleção passaram a incorporar material inédito, como entrevistas e making ofs. Os quatro primeiros VCAs compõem uma caixa completa, lançada também em 2004. A série de documentários ganha novo título em 2006, com o lançamento de um filme sobre Coco Fusco, artista norte-americana de origem cubana conhecida por performances, vídeos e ensaios de alto teor político, centrados na questão do embate entre culturas. Os cinco primeiros títulos da Videobrasil Coleção de Autores foram financiados pelo Prince Claus Fund. |
||||||||||||||||||||