Sesc SP

Situacao
Realizado em parceira com o Centro de Pesquisa em Linguagens Digitais da Universidade de São Paulo (COLABOR), o simpósio reunirá experiências e reflexões de artistas, ativistas e pesquisadores em torno da proposição de uma “arte emergente”, num contexto político-mediático.

Com convidados do Brasil, da França, do Haiti, de Moçambique, da Rússia e da Síria, debaterá alternativas para uma arte emergente que necessariamente implique uma crítica à situação presente, seja da sociedade, da cultura ou da própria arte, promovendo processos desconstrutivos das formas predominantes.

Como hipótese de trabalho, admite-se que tal arte possa ser identificada em reações urgentes, prementes ou excepcionais, a situações de desestabilização, opressão e restrição a integridades de indivíduos, populações, a seus territórios, sistemas culturais e liberdade de expressão.

16/08
14h30 Abertura: Arte emergente
Com Artur Matuck, pesquisador, escritor, artista plástico, performer e filósofo da comunicação, atua como professor livre-docente na Escola de Comunicações e Artes e no Programa Interunidades em Estética e História da Arte, na Universidade de São Paulo, onde coordena o centro COLABOR de Pesquisa em Linguagens Digitais.

15h às 18h: Mesa 1: Arte e Ciência - diálogos e emergências interdisciplinares
Com Ismael Nobre, bacharel em Biologia pela Universidade Federal de São Carlos, com especialização em Manejo de Áreas Protegidas e Áreas Silvestres, e doutor em Dimensões Humanas dos Recursos Naturais pela Colorado State University, nos EUA, e pós-doutor em Estudos de População pela Unicamp.

Com Olga Kisseleva, professora e pesquisadora da relação entre ciência e artes mediáticas. Desde 2000, ensina arte contemporânea na Universidade Panthéon-Sorbonne de Paris 1. Editora da Plastik Art & Science Magazine e chefe do departamento de Arte e Ciência, e membro do Alto Comitê Científico da Sorbonne.

Com Anne Egídio, graduada em Letras e pós-graduada em Sociopsicologia. Psicanalista clínica, integrou o projeto de clínica pública de psicanálise, na Vila Itororó, e atualmente participa do projeto de psicanálise clínica aberta, na Casa do Povo, e do Programa de Assistência e Estudos de Somatização, da Unifesp.

Mediação: Eunice Maria da Silva, mestre e doutoranda em Estética e História da Arte pelo Programa Interdisciplinar em Estética e História da Arte da USP, investiga a intervisualidade como estratégia de exploração ambiental no território e no ciberespaço. Licenciada em Artes Plásticas (ECA-USP), integra o Colabor (ECA-USP).
*Com tradução simultânea


18h às 19h: Intervalo

19h às 21h30: Mesa 2: intervenções territoriais
Com Alain Snyers, cofundador do grupo francês UNTEL, colaborou com o artista, filósofo e sociólogo Hervé Fischer, entre 1979 e 1980, em experiências de arte sociológica. Sua produção artística privilegia a cidade e a vida cotidiana, por meio de intervenções que combinam observação, diversão e paródia.

Com Renato Rezende, artista plástico e escritor, iniciou seus estudos acadêmicos no Instituto de Psicologia da USP. Diplomado Bachelor of Arts pela University of Boston, foi pesquisador do Programa Avançado de Cultura Contemporânea (ECO/UFRJ).  Doutor em Arte e Cultura Contemporânea no Instituto de Artes da UERJ.

Com Rage Art, artista visual, artista de rua, designer, músico experimental, conhecido por suas intervenções urbanas. Desde 2006, tem participado de mostras coletivas e, individualmente, desenvolvido diversos trabalhos de ressemantização do imaginário urbano.

Mediação: Rodrigo Maceira, doutorando em Estética e História da Arte na USP. Tem pesquisa em poéticas de guerrilha, texto expandido e estéticas midiáticas.
*Com tradução simultânea


17/08
10h às 13h: Oficinas
A arte no meio da rua: intervenção urbana
Com Alain Snyers, cofundador do grupo francês UNTEL, colaborou com o artista, filósofo e sociólogo Hervé Fischer, entre 1979 e 1980, em experiências de arte sociológica. Sua produção artística privilegia a cidade e a vida cotidiana, por meio de intervenções que combinam observação, diversão e paródia.
*Com tradução simultânea

O artista como pesquisador: contexto social e a posição do artista diante do emergente/emergencial
Com Olga Kisseleva, professora e pesquisadora da relação entre ciência e artes mediáticas. Desde 2000, ensina arte contemporânea na Universidade Panthéon-Sorbonne de Paris 1. Editora da Plastik Art & Science Magazine e chefe do departamento de Arte e Ciência, e membro do Alto Comitê Científico da Sorbonne.
*Com tradução simultânea

13h às 15h: intervalo

15h às 18h: Mesa 3: Políticas do corpo sensorial
Com Andreia Yonashiro, bailarina, diretora, coreógrafa e professora. Atuou em espetáculos e produções como Claraboia e Estudos para claraboia, Tempest, Erosão, Um leite derramado, Toró, A flor boiando além da escuridão, entre outros.

Com Lenna Bahule, moçambicana radicada em São Paulo, pesquisa a música vocal e caminhos para o uso da voz e do corpo como instrumento musical e de expressão artística. Orienta cantores e grupos corais/vocais, desenvolvendo um trabalho de expansão criativa e expressiva, com uso de técnicas variadas.

Com Marcelo Denny, pesquisador, professor universitário, diretor teatral, cenógrafo, artista plástico, performer, curador e diretor de arte, desenvolve pesquisa sobre visualidades, performance e performatividades na cena contemporânea. Chefe do departamento de Artes Cênicas da ECA-USP.

18h às 19h: Intervalo

19h às 21h30: Mesa 4:  refúgio, migração e representação
Com Patrick Dieudonne, haitiano radicado em São Paulo, Patrick estudou Jornalismo e Letras, e tem experiência, como ator, em teatro e televisão. Roteirista e documentarista, com pesquisa sobre as relações entre história, migrações e preconceito.

Com Mariana Queiroz, atriz, dramaturga e consultora sobre a Palestina do Coletivo de Galochas. Realiza trabalhos de leitura mediada para crianças, oficinas de dramaturgia e construção de identidades em ocupações urbanas e rurais. Graduanda em Geografia na USP.

Com Mohamaad Hmede, poeta e estudioso das Letras Clássicas Árabes e também dos fenômenos de adaptação vernacular e dialetos nos diversos territórios muçulmanos. Refugiou-se no Brasil desde 2015, fugindo da guerra na Síria. Atualmente é professor de Árabe para brasileiros, além de vender comida árabe para sobreviver.

Mediação: Antonio Herci, compositor e dramaturgo, mestrando em Estética e História da Arte na USP. Trabalha com teatro de ocupação urbana em territórios de conflito: ocupações, comunidades, manifestações e grupos de refugiados sírios e palestinos. Faz parte do Coletivo de Galochas.
*Com tradução simultânea

18/08
10h às 13h: Oficinas
A arte no meio da rua: intervenção urbana
Com Alain Snyers, cofundador do grupo francês UNTEL, colaborou com o artista, filósofo e sociólogo Hervé Fischer, entre 1979 e 1980, em experiências de arte sociológica. Sua produção artística privilegia a cidade e a vida cotidiana, por meio de intervenções que combinam observação, diversão e paródia.
*Com tradução simultânea

O artista como pesquisador: contexto social e a posição do artista diante do emergente/emergencial
Com Olga Kisseleva, professora e pesquisadora da relação entre ciência e artes mediáticas. Desde 2000, ensina arte contemporânea na Universidade Panthéon-Sorbonne de Paris 1. Editora da Plastik Art & Science Magazine e chefe do departamento de Arte e Ciência, e membro do Alto Comitê Científico da Sorbonne.
*Com tradução simultânea
Artes Visuais

Arte Situação Emergente

Classificação etária: Acima de 16 anos
Essa atividade aconteceu de 16/08/2017 a 18/08/2017
no Sesc Centro de Pesquisa e Formação.

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