Sesc SP

Esta atividade faz parte da

Perspectivas - Abordagens sobre temas e questões do campo da cultura, em encontros independentes (Foto: SXC) saiba mais

1968 (credito Tangopaso) 2018-04-04-22-11-39

Efemérides constituem uma excelente oportunidade para refletir não apenas sobre o que representou um determinado evento histórico, mas principalmente reatualizar periodicamente o seu significado, tendo em vista novas leituras e estudos que surgem em novos contextos sócio-político-culturais.

Como maio de 1968 é analisado pelo filtro de 2018? No Seminário 1968: meio século depois, acadêmicos que estudaram e artistas que viveram intensamente o período trarão suas múltiplas visões sobre um fenômeno que não nasce em 1968 e definitivamente não morre naquele ano, mas que, por razões históricas, consagrou 1968 no imaginário daquela geração e das que a sucederam, convertendo-o em um paradigma de rupturas políticas, sociais e culturais.

07/05
14h às 16h
A literatura de 1968

Com Adriane Vidal, professora do Departamento de História da UFMG, coordenadora do Núcleo de Pesquisa em História das Américas e presidente da Associação Nacional de Pesquisadores e Professores de História das Américas (ANPHLAC).
Com Evelina Hoisel, professora titular de Teoria da Literatura da UFBA. Doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada pela USP. É presidente  da Academia de Letras da Bahia.
Com Walnice Nogueira Galvão, professora emérita da FFLCH-USP.

16h30 às 18h30
A arquitetura de 1968

Com Ana Tagliari, doutorado na área de Projeto de Arquitetura pela FAU-USP. É docente e pesquisadora da Unicamp desde 2014. Autora do livro Vilanova Artigas. Projetos residenciais não construídos (2017).
Com Fernanda Barbara,  arquiteta e urbanista formada pela FAU-USP. É sócia fundadora do escritório Una Arquitetos. Atualmente desenvolve o projeto do Sesc Parque Dom Pedro II, em São Paulo.
Com Renato Luiz Sobral Anelli, doutor em Arquitetura pela USP. Professor titular do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da USP São Carlos e conselheiro do Instituto Bardi.

19h30 às 21h30.
As artes visuais de 1968

Com Fernanda Pequeno, curadora, coordenadora de exposições do Departamento Cultural da UERJ. Professora adjunta de História da Arte do Instituto de Artes da mesma universidade. Doutora em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFRJ.
Com José Resende, artista plástico, cofundador do Grupo Rex e do Centro de Experimentação Artística Escola Brasil. Foi docente na ECA-USP, na FAAP, no Mackenzie e na Faculdade de Arquitetura da PUC de Campinas.
Com Maria de Fátima Morethy Couto, doutora em História da Arte pela Universidade de Paris I – Panthéon/Sorbonne. Professora Livre-Docente do Instituto de Artes da Unicamp.

08/05
14h às 16h
O cinema de 1968

Com Helena Ignez, atriz e diretora.
Com Ismail Xavier, doutor em Teoria Literária na FFLCH-USP e PhD em Cinema Studies pela Universidade de Nova York. Professor da ECA-USP desde 1971.
Com Leonardo Esteves, professor do curso de Cinema e Audiovisual da UFMT. Doutor em Comunicação Social pela PUC-Rio com período sanduíche na Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3 (bolsa CAPES).

16h30 às 18h30.
O teatro de 1968

Com Cecilia Thumim Boal, psicanalista, atriz e diretora do Instituto Augusto Boal, dedicado a difundir e preservar a obra do dramaturgo.
Com Rosangela Patriota, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação, Arte e História da Cultura da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Professora titular aposentada da Universidade Federal de Uberlândia e membro do corpo permanente do Programa de Pós-Graduação em História.
Com Wagner Corsino Enedino, doutorado em Letras pela UNESP - Campus de São José do Rio Preto e Pós-Doutorado pela UNICAMP. É Professor Associado da UFMS e atua no PPG-Letras (Nível de Mestrado e Doutorado).

19h30 às 21h30.
A música de 1968

Com Marcos Napolitano, doutor em História Social pela USP. Atualmente, é professor de História do Brasil Independente e docente-orientador no Programa de História Social da USP.
Com Natália Ayo Schmiedecke, doutora em História pela UNESP-Franca. Autora do livro Não há revolução sem canções (2015), entre outros trabalhos acadêmicos centrados na história e na música chilena.
Com Paulo Cesar de Araújo, historiador e jornalista. Autor, entre outros, da biografia “Roberto Carlos em detalhes” (2006), e do livro “Eu não sou cachorro, não – música popular cafona e ditadura militar” (2002).

09/05
14h às 16h.
A revolução de 1968

Com Larissa Riberti, doutora em História Social pela UFRJ, tendo realizado doutorado sanduíche na Universidad Nacional Autónoma de México. Atualmente é pós-doutoranda em História na UFSC.
Com Olgária Matos, professora titular do Departamento de Filosofia da FFLCH-USP e professora titular do Departamento de Filosofia da EFLCH da Unifesp.
Com Osvaldo Coggiola, doutor em História Comparada das Sociedades Contemporâneas pela École des Hautes Études en Sciences Sociales. Professor titular de História Contemporânea e Chefe do Departamento de História da USP.

16h30 às 18h30
O legado de 1968

Com Daniel Aarão Reis, doutor em História Social pela USP. É professor titular de História Contemporânea da UFF e Pesquisador 1A do CNPq.
Com Zuenir Ventura, escritor e jornalista. Autor de 1968 – o ano que não terminou (1989), que serviu de inspiração para a minissérie Anos rebeldes, de Gilberto Braga, e para o filme O homem que disse não, do cineasta Olivier Horn.

18h45 às 19h45.
Depoimento de José Celso Martinez Corrêa

Com José Celso Martinez Corrêa, diretor, ator e dramaturgo.

(Crédito: Tangopaso)

Ações para a Cidadania

1968: Meio Século Depois

Classificação etária: Acima de 16 anos

Essa atividade aconteceu de 07/05/2018 a 09/05/2018
no Sesc Centro de Pesquisa e Formação.

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