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Conheça as curadoras da Bienal Naïfs do Brasil 2020

Detalhe de
Detalhe de "Festa para Iemanjá" (2017), obra de Sinesio Brandão na edição anterior da Bienal

Em agosto de 2020, abre ao público a 15ª edição da Bienal Naïfs do Brasil, no Sesc Piracicaba. Originada das mostras anuais de arte realizadas pela unidade do interior paulista de 1986 a 1991, a Bienal teve sua primeira edição em 1992. Desde então, consolidou-se como uma referência para aqueles que possuem vínculos com sua proposta.

Durante o período em que esteve aberto o edital (encerrado no dia 17 de novembro de 2019) para a Bienal 2020, foram submetidas ao Sesc inscrições de obras realizadas a partir de diferentes técnicas, de 530 artistas de todas as regiões do país. Foi a primeira vez em que o recebimento das inscrições para a Bienal Naïfs do Brasil se deu por meio de uma plataforma totalmente on-line.

Responsáveis pela 15ª edição da mostra no Sesc Piracicaba, as curadoras Ana Avelar e Renata Felinto estão realizando também a seleção das obras que irão compor a exposição de 2020.

 

Ana Avelar
Ana Avelar, curadora da 15ª edição da Bienal Naïfs do Brasil | Foto: Danny Abensur

Ana Avelar é curadora da Casa Niemeyer e professora de Teoria, Crítica e História da Arte, na Universidade de Brasília – UnB. Entre os projetos curatoriais realizados na universidade, cabe destacar as mostras Brasília Extemporânea (coletiva na Casa Niemeyer, 2018); acaso a coisa a casa (2018), individual de Claudio Cretti; quando as formas de tornam relatos (coletiva na Casa da Cultura da América Latina – CAL/UnB, 2017), Serão performático (2017), do Grupo Empreza (na CAL/UnB). Também é curadora responsável pelo programa de residência artística OCA, na mesma universidade. Realizou curadorias em outros espaços tanto institucionais como independentes, entre eles: Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP), Centro Cultural Banco do Brasil de Belo Horizonte (CCBB-BH), Saracura (RJ) e Sesc Pompéia (SP). Participa regularmente como júri de prêmios nacionais, como Marcantonio Vilaça – do qual foi finalista em 2017 –, Pipa e Rumos Itaú Cultural. Em 2019, foi ganhadora do programa Intercâmbio de Curadores, promovido pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea – ABACT em parceria com o Getty Research Institute. Recentemente, a mostra "Triangular: arte deste século", sob sua curadoria junto de Gisele Lima, realizada na Casa Niemeyer, espaço da Universidade de Brasília, foi reconhecida como a melhor exposição coletiva do ano de 2019, em votação aberta ao público, promovida pela Revista Select.
 



Renata Felinto, curadora da 15ª edição da Bienal Naïfs do Brasil | Foto: Danny Abensur

Renata Felinto é doutora e mestra em Artes Visuais pelo Instituto de Artes da UNESP e especialista em Curadoria e Educação em Museus pelo Museu de Arte Contemporânea da USP. Artista visual e professora adjunta de Teoria da Arte da URCA/CE na qual compôs o Comitê de Pesquisa Científica, foi coordenadora do Curso de Licenciatura em Artes Visuais e do subprojeto PIBID do mesmo curso. Realizou trabalhos na Pinacoteca do Estado de São Paulo, Instituto Itaú Cultural, Centro Cultural São Paulo, SESC, SESI/FIESP, dentre outros espaços. Compôs o conselho editorial da revista O Menelick 2º ato e é membro da Comissão Científica do Congresso CSO da Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Coordenou o Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil. Nos últimos anos, participou das exposições FIAC/ França 2017, Negros Indícios, na Caixa Cultural/SP, Diálogos Ausentes, no Itaú Cultural e no Galpão Bela Maré no RJ e, por fim, de Histórias Afro-Atlânticas no Instituto Tomie Ohtake. A arte produzida por mulheres e homens negrodescendentes tem sido seu principal tema de pesquisa.

 

Enquanto aguarda a 15ª Bienal Naïfs do Brasil, clique aqui para saber como foi a edição 2018 e conhecer um pouco mais da história da mostra por meio das edições anteriores.

15ª Bienal Naïfs do Brasil
agosto a dezembro de 2020
Sesc Piracicaba
Rua Ipiranga, 155 – Centro
Piracicaba (SP)

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