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Brasil Indígena no Sesc Belenzinho

Foto: Lúcio Érico/Sesc
Foto: Lúcio Érico/Sesc

Cores, cantos, danças, pinturas corporais e histórias ocuparam o Sesc Belenzinho no mês de agosto durante o evento Brasil Indígena - história, saberes e ações, uma parceria entre o Sesc SP, Ministério da Cultura e organizações indígenas. Quem passou por lá nesses dias entrou em contato com etnias vindas de várias partes do país, que além de protagonizarem as atividades no Sesc, se reuniram para o Fórum Nacional das Culturas Indígenas. 

Um dos destaques foi a oferta de artesanato indígena: brincos, pulseiras, colares e cestos, das mais variadas regiões, chamavam a atenção de todos que passaram por lá. Na área de convivência, foi comum ver os pequenos sentados para participar das rodas de histórias com os povos Maxacali, Xerente, Terena, Yawanawá, entre outros. 

Quem circulou pela praça presenciou também algumas intervenções de dança com os povos Pankararu, Pankará e Guarani Mbya. Após cada apresentação, o público foi convidado a entrar na roda, vivenciando o significado do canto e da dança nos rituais indígenas.

Utilizada como meio de expressão, a pintura corporal foi tema das oficinas ministradas por integrantes das etnias Yawalapiti, Maxacali, Wayana, Kaxinawá, além do aprendizado, os participantes puderam ter a pele pintada. Também foi possível criar brincos e pulseiras nas oficinas de arte em miçangas e sementes. Na oficina de tecelagem em algodão, um pouco da técnica de criação indígena.

Um dos pontos altos do encontro foi a cerimônia de encerramento, que contou com a participação do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, do Diretor Regional do Sesc SP, Danilo Miranda, e diversas lideranças indígenas. Durante a cerimônia foi lançado o catálogo da 4ª edição Prêmio de Culturas Indígenas – Raoni Metuktire, que também estava presente no evento. Além disso, foi realizada apresentação do novo Colegiado Setorial de Cultura Indígena e da nova edição do Plano Setorial de Culturas Indígenas, e a entrega para os representantes do povo Guarani do título da Tava, como Patrimônio Cultural do Brasil, finalizando a cerimônia com a apresentação do coral Guarani.

Algumas atividades aconteceram espontaneamente, cantos e danças de etnias, no meio da feira de artes. Aqui um pouco de como foi o encontro!

 

Totem
Poema onomatotêmico de André Vallias que abriu a Cerimonia do Brasil Indígena

totem from Andre Vallias on Vimeo.

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