Sesc SP

postado em 12/12/2019

[Playlist Selo] Música Popular #2

Popular Thumb

É tempo de despertar! Não importa se lançadas há pouco mais de 3 anos ou há mais de 40, as músicas brasileiras que vocejam sobre o amor ainda seguem vivas como nunca. Deixando as opiniões um pouco de lado para ser feliz, como Rita Lee, em 1981, ocupamos a playlist de Música Popular do Selo na onda de Acorda Amor, despertando o nosso Brasil no barulho da playlist com as cinco faixas lançadas em single, além de Gente Aberta de Erasmo Carlos, lançada em 1971, ao lado das versões "originais" que completam o repertório do disco.

1. Gente Aberta - Liniker, Xênia França, Luedji Luna, Letrux e Maria Gadú (Acorda Amor)
2. Comportamento Geral - Gonzaguinha (Luiz Gonzaga Jr., 1973)
3. Deixa eu dizer - Xênia França (Acorda Amor)
4. Cansaço - Douglas Germano (Golpe de Vista, 2016)
5. Saúde - Letrux (Acorda Amor)
6. Sujeito de Sorte - Belchior (Álbum: Alucinação)
7. A vida em seus métodos diz calma - Di Melo (Di Melo, 1976)
8. Extra - Luedji Luna (Álbum: Acorda Amor)
9. O Quereres - Caetano Veloso (Velo, 1984)
10. Triste, Louca ou Má - Francisco El Hombre (Soltasbruxa, 2016)
11. Não Adianta - Liniker (Acorda Amor)
12. Obaluayê - Orquestra Afro Brasileira (Orquestra Afro Brasileira, 1975)
13. Nuvem Cigana - Maria Gadú (Acorda Amor)
14. Chorando pela Natureza - Beth Carvalho (Sentimento Brasileiro, 1980)
15. Cinco Bombas Atômicas - Jorge Mautner (Jorge Mautner, 1974)

 

 

      


O QUE FICOU PRA TRÁS....

Playlist Selo - Música Popular [12/12/19]

Inspirada em Oyá, orixá regente cósmico do tempo, a playlist Música Popular revela diversas interpretações sobre o tempo no catálogo do Selo complementadas por outros afluentes na música popular brasileira. A seleção traz canções onde o tempo e seus amplos significados são protagonistas, como o tempo que encerra um ciclo: "Adeus, adeus mulher ingrata. Pretendo viver sozinho.", na voz rouca de Dona Benedita duelando com a rabeca de Seu Nelson; o tempo que inspira o movimento (dos concretos Gil Assis e Ana Friedman e também nas versões ao vivo de Siba e, em estúdio, do álbum Ascensão); a natureza (pela pesquisa etnomusical da Cia Cabelo de Maria e pela parceria de Naná Vasconcelos, Paulo Lepetit e Zeca Baleiro em Café no Bule); o envelhecimento (ou amadurecimento?) com grupo Rumo e a orquestra do maestro cantor Arthur Verocai ou mesmo saudando o próprio orixá (com a potência de Metá Metá e Tincõas) no ritmo do lançamento do single Oyá, pelo cantor, ogã e percussionista Sapopemba.

1. Alvorada Três Pancadas - Sebastiao Biano (Sebastião Biano e seu Terno Esquenta Muié)
2. Quem Tiver Dormindo Acorde - Nelson da Rabeca (Tradição Improvisada)
3. Logo Que Eu Acordo - Itamar Assumpção (Bicho de Sete Cabeças - Vol. 1)
4. Alvorecer - André Mehmari, Eliane Faria & Gordinho Do Surdo (Três no Samba)
5. Um Movimento - Gil Assis e Ana Fridman (O que há de concreto na canção?)  
6. Maldade do Tempo - RUMO (Universo)
7. Iansã - Serena Assumpção (Ascensão)  
8. Hoje Chove Amanhã Serena - Cia. Cabelo de Maria (Cantos de Trabalho II)  
9. Oyá - Sapopemba (Gbó)  
10. Deixa A Gira Girar - Os Tincoãs (Welcome To The ORISHAS HOMELAND - In The Rhythm Of Nature and Faith)
11. Todos Os Terreiros - BROOKZILL! (Throwback to The Future)  
12. Oya - Metá Metá (Sessões Selo Sesc #3: Metá Metá) 
13. Tempo - Siba (Sessões Selo Sesc #4: Siba e a Fuloresta)  
14. Ciranda da Meia-Noite - Zeca Baleiro (Café no Bule)  
15. O Tempo e o Vento - Arthur Verocai (No Voo do Urubu)

 

 

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