Sesc SP

Canto Mulheres 1200
Quando as mulheres desistem de parir. Negando o futuro. Dando fim ao morticínio dos seus filhos pela crueldade presente. Exaltando um agora sem ficções futuras, sem esperanças inúteis. 
‘O Canto das Mulheres do Asfalto’ é composto por diversos cantos que desdobram a premissa de um mundo onde as mulheres se recusam a parir novos filhos.
“Não vou lançar mão de subterfúgios Ela não vai me perguntar alguma coisa para que eu explique o porquê de tudo, o porquê de nada, o porquê é assim e não foi assado Foi-se o tempo das perguntas. As respostas prostituíram a esperança e o sol de cada dia embaçou nossas vistas. Nossa lida deixou de ser vida. Nosso corpo é máquina imperfeita, eliminada sem piedade. Há mais vida nesse prédio do que em todas nós aqui reunidas. Esse canto é um lamento.”
A peça explora meandros de uma contemporaneidade insensível à condição humana do próprio homem. Vozes que se multiplicam dentre essas mulheres, mães e filhas, santas, prostitutas, velhas e moças, cuja desesperança futura celebra um presente que precisa ser ouvido.
Ficha técnica
Texto: Carlos Canhameiro
Encenação: Georgette Fadel
Assistente de Direção: Paula Klein
Elenco: Cris Rocha, Michele Navarro, Paula Carrara, Paula Serra, André Capuano e Weber Fonseca
Cenário e iluminação: Julio Dojcsar
Figurino: Júlia Poly
Trilha sonora: Rui Barossi
Adereços: Jorge Luiz Alves 
Produção: Carlos Canhameiro - Cooperativa Paulista de Teatro
Realização: Prêmio Zé Renato de apoio ao Teatro para a cidade de São Paulo 

Local: Área Externa (80 pessoas)
Retirada de ingressos 1 hora antes na bilheteria da unidade. 
Teatro

O CANTO DAS MULHERES DO ASFALTO Com encenação de Georgette Fadel 16

Essa atividade aconteceu em 22/06/2017 no Sesc Ipiranga.

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