Sesc SP

Esta atividade faz parte da

Cena preta, plano negro - A mostra tem como objetivo discutir lugar de fala e representatividade. De 26/7 a 26/8. saiba mais

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Sessão com os seguintes curtas:

A piscina de Caíque (Dir. Raphael Gustavo da Silva. Ficção. 2017. Brasil. 15 min.)
Sonhando em ter uma piscina, Caíque e seu amigo inseparável se divertem escorregando no chão molhado e ensaboado da área de serviço. Por causa do desperdício de água, Caíque acaba criando problemas com sua mãe.

Òrun Aiyê (Dir. Jamile Coelho e Cintia Maria. Animação. 2016. Brasil. 12 min.)
O vovô Bira narra para a sua neta Luna como os deuses africanos Olodumaré, Orunmilá, Oduduwa, Oxalá, Nanã e Exú interagem para criar a Terra e os seres humanos.

Pele Suja Minha Carne (Dir. Bruno Ribeiro. Ficção. 2016. Brasil. 13 min.)
João é um jovem negro que precisa lidar com o preconceito, seja por sua cor ou por sua sexualidade.

Pretas no Hip Hop (Dir. Priscila Francisco Pascoal. Documentário. 2017. Brasil. 14 min.)
Mulheres negras falam em primeira pessoa sobre suas experiências e trajetórias na cultura hip hop enquanto rappers, break dancers, grafiteiras e djs e deixam seu recado para outras pretas.

No beco da Preta (Dir. Donizete Bomfim. Documentário. 2017. Brasil. 19 min.)
O documentário foi inspirado na peça de teatro ''No Beco da Preta'', que conta a história da Preta, antiga moradora da favela de Heliópolis. A partir de seu cotidiano vemos relatos de suas lutas e conquistas, combatendo preconceitos, violências e discriminações. Mesmo assim ela não desanima e traz o respeito à tona e a admiração por sua história de vida.

Negritudes Heliópolis (Dir. Raimundo Nonato. Documentário. 2017. Brasil. 21 min.)
Jovens e adultos da favela de Heliópolis relatam seu cotidiano, de como enxergam a sociedade, o preconceito, a discriminação e de seus sonhos.

Lápis de Cor (Dir. Larissa Fulana de Tal. Documentário. 2014. Brasil. 14 min.)
O documentário aborda a representação racial no universo infantil e a maneira como o padrão de beleza eurocêntrico afeta a auto-imagem e auto-estima de crianças negras, revelando a ação silenciosa do racismo. Lápis de cor faz referência a uma cor de lápis, conhecida como "cor de pele", que, na verdade, é de tonalidade bege. É essa cor que as crianças utilizam para representar a si mesmas e as pessoas do seu convívio, compondo, nos desenhos, um fenótipo de pessoas brancas - olhos claros, cabelos louros e pele bege - mesmo quando são negras as pessoas representadas."

Crespos (Dir. Paulo Igor Freitas. Ficção. 2017. Brasil. 6 min.)
CRESPOS narra a história de Lisa, uma garota do ensino médio que mudou completamente seu estilo apenas para ser aceita pelas amigas, que seguem o padrão de beleza imposto pela sociedade. Certo dia, ela vê Gabriela sofrendo bullying por ter cabelos crespos. Sensibilizada, Lisa decide ajudar a colega.

Empoderadas (Dir. Renata Martins. Documentário. 2015 a 2017. Brasil.)
Exibição de episódios da websérie Empoderadas, que retrata a trajetória de mulheres negras que resistem e fazem de seu trabalho fonte de inspiração para outras mulheres. 
Mc Soffia
Vitória Angelo
Raquel Trindade
Sueli Carneiro
Dediane Souza
Quilombo das Brotas

Local: Área de Convivência

Foto: Divulgação

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Cinema e vídeo

Sessão de curtas Cena preta, plano negro L

Essa atividade aconteceu de 29/07/2018 a 26/08/2018
no Sesc Ipiranga.

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