Sesc SP

pensamento negro portal

Série de encontros no Sesc Pompeia sobre o pensamento preto radical no Brasil. A proposta surge da ideia de empreender um esforço de sistematização de um pensamento em processo, que é coletivo, e emerge em meados do século XIX até os dias de hoje, esboçando não apenas uma visão sobre o Brasil, mas a possibilidade de um outro Brasil.

Coordenação: Silvio Almeida e José Fernando Peixoto de Azevedo

José Fernando Peixoto de Azevedo é professor na Escola de Arte Dramática da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Atua como pesquisador nas áreas de história e estética do teatro brasileiro e do teatro negro, além de estética e filosofia contemporânea. Foi fundador, dramaturgo e diretor do Teatro de Narradores e é colaborador do grupo de teatro negro Os Crespos, além de outros coletivos teatrais como o Chai-na (Isto é um negro?).

Sílvio Almeida é professor do Curso de Graduação em Direito e Docente Permanente do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Direito Político e Econômico da Universidade Presbiteriana Mackenzie (SP). Professor de Filosofia do Direito e Introdução ao Estudo do Direito da Universidade São Judas Tadeu (SP). Presidente do Instituto Luiz Gama (SP). Advogado em São Paulo. Autor, entre outros, de Sartre: direito e política (Boitempo, 2016) e O que é racismo estrutural? (Letramento, 2018).

22/09: Luiz Gama e Maria Firmina dos Reis – Literatura e emancipação.

Lígia Ferreira Fonseca, docente  da Universidade Federal de São Paulo, com doutorado pela Université de Paris 3 – Sorbonne, sobre vida e obra de Luiz Gama, e pós-doutorado no IEB-USP em epistolografia franco-brasileira.

Rafael Balseiro Zin, sociólogo e pesquisador do Núcleo de Estudos em Arte, Mídia e Política (Neamp). Atualmente, cursa o Doutorado em Ciências Sociais na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, onde investiga o engajamento das escritoras aboliciontas do Brasil-Império na luta contra a escravidão.

29/09: Virginia Bicudo e Neusa Sousa Santos – Subjetividade e as leis de um inconsciente escravocrata.

Janaína Damasceno Gomes, professora de Teoria Cultural na Faculdade de Educação da Baixada Fluminense da Uerj, em Duque de Caxias e uma das coordenadoras do FICINE – Fórum Itinerante de Cinema Negro.

Isildinha Baptista Nogueira, doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo e psicanalista formada nos Ateliers de Psychanalyse/França

06/10: Machado de Assis e Lima Barreto – Literatura e nação.

Cuti, pseudônimo de Luiz Silva. É um dos criadores da série Cadernos Negros (1978-2017) e um dos fundadores do Quilombhoje-Literatura. Tem publicações nos gêneros poesia, contos, dramaturgia e ensaios.

Eduardo de Assis Duarte integra o Programa de Pós-graduação em Letras – Estudos Literários, da Faculdade de Letras da UFMG e o Núcleo de Estudos Interdisciplinares da Alteridade – NEIA; autor, entre outros, de Machado de Assis afrodescendente – escritos de caramujo (2007).

13/10: Guerreiro Ramos e Clóvis Moura – Sociologias para um país.

Muryatan Barbosa, professor da UFABC. Bacharel em História, Mestre em Sociologia, Doutor e Pós-Doutor em História da África, todos pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.

Márcio Farias, mestre em Psicologia Social na PUC-SP e doutorando em Psicologia Social na PUC-SP. Coordenador do Núcleo de Estudos Afro Americanos (Nepafro). Professor convidado da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e do Celacc (Centro de Estudos Latino Americanos sobre Cultura e Comunicação) Eca/ USP.

20/10: André Rebouças e José Patrocínio – Transições canceladas.

Angela Alonso (USP, CEBRAP), professora livre-docente do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo e presidente do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento).

Ana Flávia Magalhães (UnB), professora adjunta do Departamento de História da UnB. Desenvolve pesquisas articulando conhecimentos das áreas de História, Comunicação, Literatura e Educação, com ênfase em: atuação político-cultural de pensadores/as negros/as, imprensa negra, abolicionismos e experiências de liberdade e cidadania negras no período escravista e no pós-abolição no Brasil e em outros pontos da Diáspora Africana.

27/10: Abdias Nascimento e Lélia Gonzalez – Diáspora, panafricanismo, quilombismos.

Weber Lopez, doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciências Humanas e Sociais na Universidade Federal do ABC, Mestrado no programa de Pós-graduação em Ciências Sociais na UNESP de Marília. Possui graduação em História - Bacharelado e Licenciatura pelo Centro Universitário Fundação Santo André.

Alex Ratts (UFG), professor da Universidade Federal de Goiás nos cursos de graduação e pós-graduação em Geografia e colaborador do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social. Coordena o Laboratório de Estudos de Gênero, Étnico-Raciais e Espacialidades do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (LaGENTE/IESA/UFG).

03/11: Milton Santos: Geografias do excesso e da exceção

Antonio Carlos Malachias (Geógrafo), mestre em Geografia (Geografia Humana) pela Universidade de São Paulo. É Pesquisador do Núcleo de Apoio à Pesquisa e Estudos Interdisciplinares do Negro Brasileiro - NEINB/USP e do Núcleo de Pesquisa em Geografia e Redes de Conhecimento e Saberes Pró-Meridionais da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE.

Sílvia Lopes Raimundo, geógrafa, formada pela Universidade de São Paulo, mestre e doutora em Geografia Humana pela mesma Universidade dedica-se ao estudo dos temas ligados aos movimentos culturais, educação popular, produção do espaço e formação do território urbano nas periferias de São Paulo. 

Local: Convivência.

(Arte: Jesso Alves)

Teatro

Pensamento Negro Brasileiro Projeto Preto: Valor de Uso 14

Essa atividade aconteceu de 22/09/2018 a 03/11/2018
no Sesc Pompeia.

Mas nossa programação não para!
Quer fazer uma nova busca?
Clique em Programação e fique por dentro de tudo o que está acontecendo nas Unidades do Sesc em São Paulo