Sesc SP

Esta atividade faz parte da

Percussão – A Origem da Música - Concertos que darão origem ao 5º DVD da série saiba mais

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Concebido por John Boudler, PIAP é um dos grandes celeiros de percussionistas no país há mais de um quarto de século. Eles vão apresentar a primeira obra brasileira exclusivamente para percussão, o “Estudo para instrumentos a percussão”, de Camargo Guarnieri, além de obras originalíssimas, como uma para sete reco-recos, de Carlos Stasi.

Direção: Carlos Stasi
Codireção: Eduardo Gianesella
Coordenadores Assistentes: Rafael Y Castro e Fernando Miranda
Integrantes: Ana Paola Machicado, Andressa Daniella, Bruna do Prado, Diego Althaus, Fernando Reis, Gabriel Moraes, Giovanni Aglio, Gustavo Neves, Joachim Emidio, Jefferson Silva, Leandro Amorim, Marcelo Fogaça, Pamela Simões, Rafael Costa, Rafael Dalchau, Roberto Frota, Rodrigo Cleto e Rogério Alves
Regente convidada: Carol Blanco Silva 

Sobre o projeto

Este concerto compõe as gravações da série “O Som da Orquestra”, série de documentários do Selo Sesc que apresenta os instrumentos que compõem uma orquestra. Desta vez, tamborins, xilofones, carrilhões e sinos entram em ação. O tradicional palco do Teatro Anchieta do Sesc Consolação vai receber alguns dos melhores músicos e conjuntos de percussão do país, como o quarteto Kuar-Te-Tumm, que tem Ari Colares, Beto Angerosa, Caito Marcondes e Sergio Reze como integrantes; a percussionista e atriz Nath Calan; o grupo vocal Barbatuques; o grupo de percussão formado por Eduardo Gianesella, Ricardo Bologna, Richard Fraser e Joaquim Abreu; além do PIAP – Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP.

Ao todo serão quatro dias de apresentações que serão gravadas para compor, ao lado de entrevistas, o documentário em DVD Percussão. 

Programa

Leonardo Martinelli – A vênus de Laussel  (2018)
Nessa peça, essa dupla possibilidade desse objeto-instrumento musical é materializada pelo uso de chifres e vários objetos de raspagem, e o número 13 é utilizado na elaboração de materiais métricos e figuras rítmicas.

Arthur Rinaldi – Septeto (2008)
Composta para instrumentos brasileiros, a obra combina as sonoridades desses instrumentos populares numa linguagem musical contemporânea, resultando num rico e denso contraponto entre os sete percussionistas.

Camargo Guarnieri - Estudo (1953)
Primeira obra brasileira composta para grupo de percussão, utiliza um reco-reco e os clássicos instrumentos da orquestra – bumbo, tímpanos, triângulo, pandeiro, pratos e caixas.

Mario Ficarelli  - Tempestade Óssea (1997)
Obra virtuosística que utiliza apenas instrumentos de madeira. Trata-se de um exercício técnico e combinatório de sonoridades que, no entender do compositor, em muito se assemelham ao som de ossos.

Fernando Miranda - Nhemongaraí (2016)
A peça trabalha com as três notas básicas do instrumento, explorando as possibilidades harmônicas de suas inter-relações. Nhemongaraí se refere ao ritual de batismo dos índios Guarani, onde se reproduz o ato de Deus Nhanderú que deu a vida ao ser humano, dando-lhe nome e significado.

Alisson Amador – Entre dois pensamentos (2018)
O resultado sonoro híbrido desta obra é conseqüência da diversidade de influências musicais que permeiam a trajetória do compositor. Ele propõe uma reflexão a respeito do pequeno silêncio que existe entre dois pensamentos: "Silêncio é espaço, e onde há espaço a criatividade surge.”

Carlos Stasi - 33 Samra Zabobra (1987)
Obra histórica e pioneira para reco-recos, que apresenta diferentes técnicas de execução nesses instrumentos.

 

Local: Teatro Anchieta (subsolo).

Foto: Fernando da Mata

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Música

Grupo PIAP - Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP L

Essa atividade aconteceu em 15/09/2018 no Sesc Consolação.

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