Sesc SP

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Nesta peça diretamente inspirada no tríptico “O Jardim das Delícias”, do pintor renascentista Hieronymus Bosch, a canadense Marie Chouinard procede a uma leitura virtuosa da pintura, em que a história da humanidade parece atravessar os corpos dos bailarinos, pondo em evidência o limite da representação figurativa nos movimentos coreográficos.

Local: Teatro Municipal José de Castro Mendes - Rua Conselheiro Gomide, 62 – Vila Industrial, Campinas – SP

* Retirada de ingressos até as 16h no Sesc Campinas. Após esse horário, somente no Teatro Castro Mendes

(Foto: Nicolas Ruel)
Intérpretes/Dançarinos: Morgane Le Tiec, Sacha Ouellette-Deguire, Carol Prieur, Leon Kupferschmid, Sébastien Cossette-Masse, Megan Walbaum

 

JÉRÔME BOSCH: O JARDIM DAS DELICIAS

Duração: 75 minutos (sem intervalo)

Estréia no Theaterfestival Boulevard, Bois-le-Duc, Holanda, 4 de agosto de 2016

Coreogafia: Marie Chouinard
Trilha sonora original: Louis Dufort
Cenografia e vídeo: Marie Chouinard
Dançarinos: Sébastien Cossette-Masse, Catherine Dagenais-Savard, Valeria Galluccio, Motrya Kozbur, Morgane Le Tiec, Luigi Luna, Scott McCabe, Sacha Ouellette-Deguire, Carol Prieur, Clémentine Schindler
Criação de luz: Marie Chouinard Figurinos e acessórios: Marie Chouinard Maquiagem: Jacques-Lee Pelletier Consultoria de vídeo: Jimmy Lakatos Assistente de vídeo: Sylvain Robert

Equipe de filmagem (ato 3)
Roteirista e diretora: Marie Chouinard
Diretor de fotografia: Jean-François Gratton Assistente da diretora e edição: Miguel Raymond Dançarina: Lucie Mongrain

Fabricação dos acessórios e elementos de cenografia: Isabelle Gauthier, Cédric Lord
Fabricação dos figurinos: Zdravka Tchakaloff

Dançarinos na estréia mundial : Sébastien Cossette-Masse, Paige Culley, Valeria Galluccio, Leon Kupferschmid, Morgane Le Tiec, Lucy M. May, Scott McCabe, Sacha Ouellette-Deguire, Carol Prieur, Megan Walbaum

Uma produção da COMPANHIA MARIE CHOUINARD em coprodução com a Fundação Jheronimus Bosch 500 (Holanda), que comemorava o 500e aniversário da morte do pintor em 2016.

Baixa gratuitamente no App Store o aplicativo para iPad e iPhone CANTIQUE, concebido pela Marie Chouinard.

Equipe de turnê:
Diretor dos ensaios em turnê: Annie Gagnon
Diretor de turnê: Martin Coutu
Diretor técnico e diretor de palco: Jérémie Boucher

Técnico de iluminação: Benoît Dubord
Técnico de áudio: Pierre-Alexandre Poirrier-Guay

A COMPANHIA MARIE CHOUINARD agradece calorosamente o Conselho das artes et das letras do Québec, o Conselho das artes do Canada e o Conselho das artes de Montréal.

Equipe de produção nas apresentações no Brasil
Produção Executiva: Cais Produção Cultural
Direção de Produção: José Renato Fonseca de Almeida
Assistente de Produção e Tradutora: Carolina Goulart
Coordenação Técnica: Mauro Martorelli
Camareira: Tatiane Sélio

A utilização de maquinas de fotografar, filmadoras, gravadores e celulares é proibido durante a apresentação.

 

JÉRÔME BOSCH : O JARDIM DAS DELICIAS

Uma coreografia em 3 atos a partir do renomeado tríptico O Jardim das delicias. Ato 1 : O Jardim das delicias (painel central)
Ato2 : O inferno (painel a direita)
Ato 3 : O Paraíso (painel a esquerda)

Da mesma forma que um coreógrafo pode começar a criar a partir de uma música, eu começo do quadro do Bosch.

E da mesma forma que um coreógrafo pode seguir (ou não) uma partitura musical, eu escolhi de seguir o quadro do Bosch, o seu caráter.
Diante uma obra prima, a felicidade de inclinar-se!

Marie Chouinard
Fevereiro de 2016

 

MARIE CHOUINARD E A COMPANHIA MARIE CHOUINARD

Marie Chouinard,   coreógrafa,   é   diretora   geral   e   artística   da   COMPANHIA   MARIE CHOUINARD, presidente fundadora do Prêmio da Dança de Montréal, artista associada de Dança no Centro Nacional das Artes do Canada e diretora de Dança na Bienal de Veneza.

Se a COMPANHIA MARIE CHOUINARD é hoje em dia um grupo de renome internacional, sua  historia começa em 1978 quando a Marie Chouinard apresentava sua primeira criação, Cristallisation. Seguiram trinta solos apresentados na cena internacional, como Marie Chien Noir (1982), S.T.A.B. (Space, Time and Beyond) (1986) e L’Après-midi d’un faune (1987), coreografias relevantes dos quarenta últimos anos.

Em 1990, a solista e coreógrafa cria sua própria companhia. Desde então, a COMPANHIA MARIE CHOUINARD apresenta seus espetáculos ao redor do mundo e trabalha com coprodutores de renome para suas produções - Bienal de Veneza, Festival internacional de dança ImPulsTanz (Vienna), Théâtre de la Ville (Paris), Fondazione Musica Per Roma (Rome), Praça das Artes (Montréal), Festival TransAmériques (Montréal) e o Centro Nacional das Artes (Ottawa).

Para a Marie Chouinard, cada criação é uma odisséia da historia da humanidade que foge da linearidade de uma narrativa. A inteligência íntima do corpo e a complexidade inesgotável das suas articulações e das suas mutações comandam construções formais acabadas. Todos os aspectos de uma obra (da musica até a cenografia, da iluminação até os figurinos) são rigorosamente pensados pela coreógrafa, de forma que eles estejam em ressonância uns com os outros formando um todo com uma grande força de evocação.

Respeitados por sua técnica e suas qualidades de interpretação, os 10 dançarinos permanentes da companhia,  formados  a  diversas  técnicas  somáticas,  levam  em  cena  obras  ousadas assinadas pela coreógrafa. Dançarina premiada, Carol Prieur celebrou 20 anos junto com a companhia em 2015.

O repertório da companhia é amplo e a matéria das obras que a compõe continuam circulando pelo mundo: A sagração da primavera, Prélude à l’après-midi d’un faune, Os 24 Préludes de Chopin, Le Cri du monde, Étude no 1, bODY_rEMIX/les_vARIATIONS_gOLDBERG, HENRI MICHAUX: MOUVEMENTS, Soft virtuosity, still humid, on the edge e JÉRÔME BOSCH: O JARDIM DAS DELÍCIAS. Apresentado há 25 anos, a Sagração da primavera se tornou um clássico da historia da dança contemporânea.

As obras da coreógrafa compõem o repertório de grandes companhia de balé: o Balé nacional do Canada, a São Paulo Companhia de dança, os Balés de Monte-Carlo, o GöteborgsOperan e o Balé Gulbenkian†.

Desde 2015, Marie Chouinard cria também para outras companhias tais a Martha Graham Dance Company e os Balés de Monte-Carlo.

Autora, criadora de iluminação, cenógrafa e diretora, seu trabalho conta também com a criação de obras multimídias (Cantique no 3, Icônes e CORPS CÉLESTES) e cinematográficas (os filmes   bODY_rEMIX/les_vARIATIONS_gOLDBERG  e   MARIE   CHOUINARD: LE SACRE DU PRINTEMPS, o videoclip Jamais de Serge Fiori), o livro de poemas Chantier des extases, a instalação de fotografia Paradisi Gloria e a exposição DESSINS. Em 2015, Marie Chouinard cria um primeiro aplicativo para iPad e iPhone disponível gratuitamente no App Store: CANTIQUE. Independentemente do suporte privilegiado, a matéria prima é sempre o corpo.

Verdadeira embaixadora cultural do Québec, Marie Chouinard recebeu o prêmio Bessie Award (New York, 2000), o Grande Prêmio do Conselho das Artes de Montréal (2006), o grau de Oficial da Ordem do Canada (2007), o grau de Oficial da Ordem das Artes e das Letras (França, 2009), o Premio Denise-Pelletier (Québec, 2010), o Premio do Conselho das Artes e das Letras do Québec para a melhor obra coreográfica por LE NOMBRE D’OR (LIVE) (2012), o Prêmio Cultural Samuel de Champlain (França, 2014), o grau de oficial da Ordem nacional das Artes e das Letras do Quebec (2015), o Premio do Governador geral para as artes cênicas (Canada, 2016), o Premio Positano « Coreógrafo do ano » (Italia, 2016) o Premio Walter-Carsen de excelência em artes cênicas (Canada, 2016).

O nome Marie Chouinard entra no dicionário Le Petit Larousse illustré em 2010 e no Le Robert em 2011.

Dança

Jérôme Bosch: O Jardim das Delícias Companhia Marie Chouinard 18

Essa atividade aconteceu em 11/10/2018 no Sesc Campinas.

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