Sesc SP

Premê-ft-Alexandre Nunis

Uma banda de 40 anos tem quase mais história do que música. E, se esta banda é o Premê, história e música são quase a mesma coisa. Abusando do talento dos músicos para compor e musicar narrativas ao mesmo tempo improváveis e cotidianas, o Selo Sesc coloca na praça a Caixinha do Premê, um box com 7 discos históricos (sendo um inédito) contendo parte do legado infindável desse grupo que, apesar de vanguardista, nunca teve a pretensão de sê-lo.

Premê

O grupo surgiu a partir da vontade de alguns estudantes do departamento de música da ECA-USP (Escolas de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo) em quebrar o protocolo da erudição reinante no ambiente acadêmico. Mas foi em 1979, ano em que a Lei da Anistia foi assinada, que o grupo ganhou projeção.

Em 1981, o grupo anuncia seu primeiro álbum e no encarte já avisa que Premeditando o Breque se tornará Premê. O nome foi rapidamente aceito pelos fãs. A postura do Premê e dos outros artistas da chamada Vanguarda era de ousadia, desembaraço e crítica ao mainstream da indústria cultural. Com um humor ora hermético, ora popular, o Premê fazia piada de tudo, tanto na composição quanto nas letras. Qualquer estilo podia fazer parte de seu repertório.

Inicialmente, o núcleo do Premê foi formado por Igor Lintz Maués, Mário Manga, A. Marcelo Galbetti e Claus Petersen, e logo em seguida Wandi Doratiotto. Hoje os integrantes são Manga, Marcelo, Claus e Wandi. Os quatro se apresentarão nos shows acompanhados de Adriano Busko (bateria e percussão) e Danilo Moraes (violão, guitarra, baixo, voz), filho de Wandi, que toca com o grupo há mais de 20 anos.

Teatro | 270 lugares.

[Foto: Alexandre Nunis]

 

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Música

Premê LANÇAMENTO DO BOX CAIXINHA DO PREMÊ (SELO SESC) 12

Essa atividade aconteceu em 20/06/2019 no Sesc Sorocaba.

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