Sesc SP

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A audiência de custódia foi implementada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em 2016. Esse mecanismo é o primeiro contato da pessoa presa em flagrante com um juiz ou uma juíza, e deve acontecer em até 24 horas. No relatório, "MulhereSemPrisão: enfrentando a (in)visibilidade das mulheres submetidas à justiça criminal", produzido pelo ITTC - Instituto Terra Trabalho e Cidadania, a audiência de custódia é analisada como um caminho para garantir direitos de mulheres, como a prisão domiciliar para mulheres gestantes ou mães de crianças até 12 anos. Nesta conversa, estarão presentes Roberta Canheo, pesquisadora no relatório MulhereSemPrisão, e Railda Alves, representante da Associação de Familiares e Amigos de Pessoas Presas (AMPARAR). 

Roberta Olivato Canheo é pesquisadora do projeto "mulheresemprisão: enfrentando a (in)visibilidade das mulheres submetidas à justiça criminal". Doutoranda em sociologia e direito pela Universidade Federal Fluminense (UFF).

Railda Silva é ativista e coordenadora da Amparar - Associação de Familiares e Amigos/as de Presos/as -, que atua desde 2006 junto a familiares de pessoas presas nos sistemas penitenciário e socioeducativo. Começou a militância ainda na década de 1990, depois que seu filho foi privado de liberdade na então Febem e foi uma das fundadoras na Amparar. Ao longo desses anos, Railda se envolveu em diversas campanhas e articulações relacionadas à garantia de dignidade e direitos de pessoas presas e à luta pelo fim dos cárceres.

Local: Praça - Térreo

Grátis

(Foto: Thayla Fernandes)

Ações para a Cidadania

MulhereSemPrisão: Audiências de Custódia com Roberta Olivato Canheo e Railda Alves L

Essa atividade aconteceu em 21/08/2019 no Sesc 24 de Maio.

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