Sesc SP

 18A0506

Com curadoria de Lélia Wanick Salgado, a mostra reúne 54 fotografias, em parte inéditas, feitas pelo premiado fotógrafo Sebastião Salgado na década de 80 em Serra Pelada, o maior garimpo a céu aberto do mundo. A exposição revela condições precárias e o cotidiano da mina localizada na região da Amazônia paraense, que em seu auge reuniu mais de 80 mil garimpeiros em busca de enriquecer com o ouro.

Abertura: 5/3, quinta, 19h30.
Visitações: de 6/3 a 14/6.
Terça a sexta das 13h às 21h.

Sábados, domingos e feriados das 9h30 às 18h.
Área de convivência e Sala de Múltiplo Uso 3.
Grátis. Recomendação etária 10 anos.


AGENDAMENTO DE GRUPOS - Visita mediada
A exposição conta com um programa educativo que contempla visitas mediadas, oficinas e encontros sobre os temas e técnicas presentas na mostra. Os principais eixos trabalhados pelo corpo educativo são: fotografia documental e humanista, impactos ambientais, garimpo x indústria, direitos humanos e história de Serra Pelada.

- Informações e reservas através do e-mail agendamento@birigui.sescsp.org.br ou pelo telefone (18) 3649-4732.

Duração: 45min., 1h ou 1h30.
Público: a partir de 10 anos.
Capacidade de atendimento: grupos de 10 a 40 pessoas.

Quadro de horários disponíveis para agendamentos:


QUEM É SEBASTIÃO SALGADO?
Nascido em 1944, em Minas Gerais, Brasil, e vivendo atualmente em Paris, França, é casado com Lélia Wanick Salgado. Já viajou por mais de 100 países para desenvolver projetos fotográficos, movido pela curiosidade em conhecer o mundo e transmitir sua vivências. Escolheu manter suas imagens em preto e branco para que nenhum de seus retratados se perdesse em meio às cores. Em quatro décadas de trabalho, retratou conteúdos ambientais e sociais, com seu singular olhar artístico para cenas e situações controversas e únicas.

O QUE FOI SERRA PELADA?
Em 1979, a notícia da descoberta de uma pepita de ouro na região de Serra Pelada, um dos maiores garimpos a céu aberto do mundo, se alastrou rapidamente, atraindo trabalhadores de todas as partes do país. Logo, estabeleceu-se uma estrutura de trabalho e milhares de homens se organizavam entre os que escavavam a montanha, os que levavam o cascalho e os que separavam os elementos da terra em busca do valioso minério.

Depois de anos de escavação, os trabalhadores atingiram o lençol freático, tornando a região um grande lago contaminado. O local está fechado há 30 anos, mas ainda é motivo de preocupação, pois a estrutura que o mantém é coniderada de alto risco para todo o seu entorno.

 

Foto: Everton Ballardin

Artes Visuais

Gold - Mina de Ouro Serra Pelada Sebastião Salgado 10

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06/03 a 14/06

TER, QUA, QUI, SEX
13H ÀS 21H
  • Grátis

06/03 a 14/06

SAB, DOM
09H30 ÀS 18H
  • Grátis