Sesc SP

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Recusa começou a ser desenhado a partir do interesse despertado pela notícia veiculada no Jornal Folha de S. Paulo, em 16 de setembro de 2008, sobre o aparecimento de dois sobreviventes de uma etnia considerada extinta há mais de vinte anos, os índios Piripkura. Viviam nômades, perambulando por fazendas madeireiras no noroeste do Mato Grosso, próximo ao município de Ji-Paraná, em Rondônia, e ambos se recusavam a estabelecer qualquer contato com os brancos. Foram encontrados porque suas gargalhadas ressoaram na floresta e chamaram atenção: eles riam das histórias que contavam um ao outro enquanto davam conta de comer a caça recém abatida. 

Recusa é narrado e cantado por dois olhares e seus múltiplos: dois índios Piripkura; dois heróis ameríndios, Pud e Pudleré, criadores dos seres; um padre que foi engolido por uma onça que resolveu morar dentro de um lugar inesperado; um fazendeiro que matou um índio e o mesmo índio que o matou, por uma cantora que se perde na mata, por Macunaíma e seu irmão, os heróis dos Taurepang, e outros tantos. Em 2012, o espetáculo recebeu os prêmios Shell de Direção e Cenário, CPT de Espetáculo de Sala e Projeto Sonoro, e APCA na categoria Ator (para Antonio Salvador e Eduardo Okamoto). 
Dramaturgia: Luis Alberto de Abreu. Encenação: Maria Thaís. Atuação: Antonio Salvador e Eduardo Okamoto.

Duração:  80 minutos.

No Teatro

(Foto: Ale Catan) 

Teatro

Recusa 14

Essa atividade aconteceu em 07/03/2014 no Sesc Santo André.

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