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SilencioEnsurdecedor VincentVanheck
Em seu novo espetáculo a Companhia KUMULUS traz uma composição para rua com estética performática e evidência no vazio contemporâneo.
Objetos diversos como um capô de carro, uma gaiola de pássaro, uma boneca e uma máquina de lavar saem de uma caçamba de lixo e são transportados por indivíduos frágeis de lenta e hesitante vontade. Com os rostos cobertos de poeira, o palhaço, o policial, a prostituta, o poeta transformam o espaço de um aterro sanitário. Nos sons e silêncios, detritos raspam o chão entre encontros e reuniões silenciosas. Esses homens e mulheres tentam encontrar sentido em um quebra-cabeça social, onde a humanidade é fugidia.
A obra foi também apresentada no Festival de Aurilac em 2011, em Avignon em 2013 e em Rivoli, na Itália em 2014.

Ficha técnica:
Concepção e Direção de Barthélemy Bompard. Assistência de direção de Nicolas Quilliard. Criação e Interpretação de Dominique Bettenfeld , Barthélemy Bompard, Jean-Pierre Charron, Céline Damiron, Marie-Pascale Grenier, Stéphane Civet, Nicolas Quilliard, Judith Thiébaut e Nina Sérusier. Trabalho corporal de Judith Thiébaut. Trabalho de som de Jean-Pierre Charron. Figurino de Marie-Cécile Winling & Catherine Sardi. Cenário de Dominique Moysan. Maquiagem de Marie-Cécile Winling & Catherine Sardi. Técnicos: Djamel Djeboua e Simon Lambert-Bilinski.
A companhia foi criada em 1986, por Barthélemy Bompard. Inspirado pelo trabalho de Pina Bausch, Jérôme Bosch e Alain Platel, Barthélemy Bompard incute um ar de expressionismo em suas produções, levando as emoções ao auge.
A Companhia é composta por um longo e fiel grupo de  – integrantes permanentes – atores e atrizes que utilizam gestos, palavras e sons como tentativa de retratar situações cotidianas medíocres, bem como dispor as questões mundialmente discutidas, tais como racismo, loucura e êxodo. Ambas, cenografia e composição dramática, giram em torno de um enorme fator teatral: o espaço público. E é assim que a mise en abyme (Narrativa em abismo) da sociedade, que posteriormente é acentuada pela sensação de estar numa multidão, leva cada espectador a ter uma experiência teatral como se fosse realidade.  The Squames (Os Eczemas ou As Feridas), Homeless (Sem Teto) e Lease For Sale (Aluguel a Venda) foram escritas em perfeita sintonia com o estilo artístico original da Companhia. No entanto, ao longo dos últimos 10 anos a linha de direção de Barthélemy Bompard tem se modificado e avança para uma estética metafórica e onírica.   E por sua vez, a Companhia mudou-se para espaços mais intimistas como: jardins, hangares e teatros.

Local: Praça da Sé 

Foto: Vincent Vanhecke 

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Teatro

Silêncio Ensurdecedor Cia Kumulus (França) L

Essa atividade aconteceu em 14/04/2015 no Sesc Carmo.

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