Foto: Alécio Cezar/acervo pessoal/André Stefano (Adaap)
Foto: Alécio Cezar/acervo pessoal/André Stefano (Adaap)

A escrita teatral no campo das tecnologias

com Victor Nóvoa e Antônio Duran, e mediação de Marici Salomão.

CPT

Consolação

Duração: 90 minutos

16

atividade online

Grátis

Local: Plataforma Zoom

Inscrições antecipadas de 16 a 21/08 em inscricoes.sescsp.org.br

Data e horário

De 23/08 a 23/08

Terça

19h às 20h30

Foto: Alécio Cezar/acervo pessoal/André Stefano (Adaap)
Foto: Alécio Cezar/acervo pessoal/André Stefano (Adaap)

Bate-papo a partir das experiências do espetáculo Estilhaços de janela fervem no céu da minha boca, de Victor Nóvoa, e da performance Marcha à Ré, de Antônio Duran, criados durante a pandemia para a rua, partindo para o uso de diferentes dispositivos, da transmissão on-line ao carro de locomoção.   

 

Victor Nóvoa

Formado em 2006 como ator pela ECA/ USP e mestre em artes cênicas pelo IA/UNESP. Em 2012, ganhou o concurso Dramaturgias Urgentes do Centro Cultural Banco do Brasil. Em 2021, recebeu o prêmio APCA na categoria Novas Propostas Cênicas com o espetáculo Estilhaços de janela fervem no céu da minha boca. Publicou cinco livros, A Digna – 10 anos (2022); Breves tessituras da cidade (2020); Estilhaços de janela fervem no céu da minha boca (2019); Condomínio Nova Era (2014)  e Verniz náutico para tufos de cabelo (2016), sendo que por esse último texto recebeu o V Prêmio Aplauso Brasil de melhor dramaturgia. Desde 2011, trabalha n’A Digna como dramaturgo e produtor. Seus textos foram encenados por diretoras e diretores de destaque da cena nacional: Aysha Nascimento, Carla Candiotto, Domingos Montagner, Eliana Monteiro, Gerogette Fadel, Luis Fernando Marques (Lubi), Kiko Marques, Paulo Fabiano, Rogério Tarifa, Verônica Veloso entre outros. Foi coordenador de artes cênicas na Universidade Nove de julho por dez anos e artista docente da SP Escola de Teatro por dois semestres. Desenvolve cursos de formação em dramaturgia por todo o Brasil.

 

Antonio Duran

Dramaturgista, ator, professor teatral e pesquisador. Doutor em Artes pela ECA-USP e mestre em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero. É artista docente no curso de Dramaturgia da SP Escola de Teatro. Desde sua pesquisa de doutorado, tem se dedicado a investigar o que seria um teatro crítico e possíveis modos de resistência da arte, em diálogo interdisciplinar, projetando uma discussão mais ampla entre arte e política. Em 2021, foi um dos curadores do evento entre:dramaturgismos e um dos organizadores do livro eletrônico Entre:dramaturgismos, ambos realizados pelo Instituto Goethe. É pesquisador do NECC (Núcleo de Estudos Críticos da Contemporaneidade), também integra o GEEC (Grupo de Estudos em Estética Contemporânea) FFLCH-USP. Cursou pós-graduação Lato-Sensu em Fundamentos da Cultura e das Artes pelo IA-UNESP. Co-dirigiu TELMAH (Um estudo sobre Hamlet-Máquina de Heiner Muller), com alunos formandos da Escola de Atores do TUCA, em 2011. Dirigiu, em 2008, A Humanidade da Gente pelo Núcleo de Pesquisa Teatral do TUCA (PUC/SP), o qual coordenou desde 2006. Atuou, entre outras, nas peças Horácios e Curiácios, com direção de Francesco Zigrino, Tchekove a Humanidade, com direção de Antonio Abujamra e O Fingidor, com direção de Samir Yazbek. Integrou o grupo de crítica teatral Arte Crítica. Tem colaborado com o grupo Teatro da Vertigem, como dramaturgista e assessor teórico, desde 2010. 

 

Marici Salomão

Dramaturga, curadora e jornalista. Doutoranda em Artes Cênicas pela USP (Universidade de São Paulo). Coordenou por 11 anos (2008-2019) o Núcleo de Dramaturgia SESI British Council (Prêmio Shell Inovação, em 2016). Desde 2009, coordena o curso de Dramaturgia da SP Escola de Teatro. Professora convidada do curso de pós-graduação em Dramaturgia, do Célia Helena – Centro de Artes e Educação (2019-). Foi colaboradora do Caderno 2 do jornal O Estado de São Paulo e da revista Bravo!. Autora de O Retiro dos Sonhos, Bilhete, Maria Quitéria, Impostura e Território Banal. Suas peças ganharam direções de Fernando Peixoto, Celso Frateschi, Fernanda D’Umbra, Eric Lenate e Jorge Vermelho. Coordenou o Círculo de Dramaturgia do Centro de Pesquisa Teatral – CPT, sob supervisão de Antunes Filho, entre 1999 e 2003. Assinou a curadoria, em 2011, do Festival Internacional de Teatro de São José do Rio Preto – FIT, além de ser avaliadora do Festival de Teatro de Recife, jurada, debatedora e crítica em vários festivais nacionais. Foi jurada do Prêmio Shell de Teatro e curadora do projeto Dramaturgias Urgentes, do Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB de São Paulo. Ministrou a oficina literária da FLIP 2016, sob o título de Shakespeare, um Contemporâneo. Teve publicados os livros O Teatro de Marici Salomão, pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial, com quatro de seus textos teatrais, e Sala de Trabalho – A experiência do Núcleo de Dramaturgia SESI-British Council, pela editora SESI.  

 

Inscrições antecipadas a partir das 14h do dia 16 até o dia 21/08 em inscricoes.sescsp.org.br.

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