Amor CorreSPondido - Foto: Romeu Marinho
Amor CorreSPondido - Foto: Romeu Marinho

Amor correSPondido

Avenida Paulista

Duração: 180 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Tecnologias & Artes (4° andar)

Sem retirada de ingressos, sujeito à lotação do espaço.

Datas e horários

De 01/05/2026 a 24/05/2026

01/05 • Sexta • 14h00
02/05 • Sábado • 14h00
03/05 • Domingo • 14h00
23/05 • Sábado • 14h00
24/05 • Domingo • 14h00
Amor CorreSPondido - Foto: Romeu Marinho
Amor CorreSPondido - Foto: Romeu Marinho

Amor correSPondido propõe uma mesa no meio do caminho, sobre ela há materiais para a escrita e o envio de cartas pelos correios para um destinatário. A partir daí, muitas conversas sobre vínculos, histórias pessoais de deslocamento, de cartas recebidas e enviadas anteriormente repousam sobre esta mesa. A prática da escrita manual e o envio das cartas pelo correio resgatam um gesto quase esquecido. No caso dos mais jovens, o projeto inaugura o gesto de escrever e postar uma carta. Além disso, a ação acolhe o participante em um ambiente de escuta e apoio, onde histórias de vida são compartilhadas, tornando a intervenção uma experiência coletiva e sensível.

O nome amor correSPondido remonta à ideia de um tipo de amor afortunado, onde há, desde ambos amantes, simultaneidade de sentimento. Mas o nome é, também, no contexto do projeto, a tentativa de colocar o amor dentro de uma correspondência e pedir que o correio o entregue ao seu destinatário.

Carmen Garcia é artista visual, poeta e educadora. Idealizou o amor correSPondido. Mestra em Artes Visuais pela UNESP, onde também se graduou. Integra o coletivo de artistas do Bananal Arte e Cultura Contemporânea, onde está seu ateliê e lá colabora com atividades educativas e culturais.

Camila Ribeiro é psicóloga e psicanalista atuante em situações sociais críticas desde 2008, com pós graduação em Direitos Humanos e Violência. Entre 2017 e 2018 desenvolveu, junto a lideranças do movimento abolicionista, mutirões de atendimento psicológico e jurídico na porta do Presídio Feminino do Butantã. Já desenvolveu e implementou diferentes dispositivos clínicos alternativos visando o acolhimento da população que historicamente está fora da rede e das políticas públicas.

Tatiana Solimeo é gestora de Políticas Públicas com ênfase em produção cultural. Mestra em filosofia e bacharel em gestão de Políticas Públicas, ambos pela USP, com pós graduação em Globalização e Cultura pela Escola de Sociologia e Política e especialista em gestão cultural pelo Sesc-SP.

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