Foto: Divulgação
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(ATIVIDADE ONLINE) A (des)orientação sonora do ouvido colonial

com Du Kiddy Artisvista

Pompeia

Duração: 120 minutos

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atividade online

Grátis

Data e horário

De 30/08 a 04/10

30/08 • Terça • 19h30
Foto: Divulgação
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A partir de reflexões sobre a arte sonora e a música como ferramentas de transformação, serão propostos exercícios de escuta guiada, análise musical e construção de repertórios com um viés para a descolonização sonora imposta pela massificação dos sons como forma de consumo material na indústria musical. A ideia é construir caminhos para ouvirmos e ressignificar a música e ampliar nossa escuta e escolhas sonoras a partir do entendimento da construção das músicas propostas nas escutas que são baseadas em gêneros musicais como o funk, o rap, o samba e o jazz. A proposta em sala é fazer escutas das músicas propostas em cada aula, mapear os elementos e estruturas musicais que compõem essas músicas, analisar essas estruturas, discuti-los e entender como os compositores/autores/construtores/fazedores de música constroem novas significações para escutas mais potentes e mais livres.

Du Kiddy Artisvista é guitarrista, violonista e compositor paulistano, mestrando em Musicologia na ECA – USP e graduado em música pela Unicamp(2021). Em 2018, lançou seu primeiro EP – “Cabeça de Nego”. Em Outubro de 2019, lançou seu segundo disco chamado “Manifesto Preto” Em Novembro de 2021 integrou o documentário gravado pela Associação Amigos da Arte chamado “Periferia Instrumental” onde narra sua história no Episódio 3 do doc. Durante a quarentena o músico se apresentou no SESC CIRCUITO DE ARTES com o show O Ritmo Entre as Palavras de Solano Trindade; VII Mostra Jazz Campinas; e em festivais como o Festival Amparo com o Concerto Performático: Lamúrios, Prólogo da Insurreição dirigido pela Deputada e Ativista Erica Malunguinho; como o 2º Festival de Artes do Fim do Mundo, a VIº Mostra Jazz Campinas, Circuito de Arte e Juventude do SESC CAMPO LIMPO, antes da quarentena se apresentou no FELELI Bauru (Festival de Leitura e Literatura), em bares como Jazz B, Brechó Boutique Vintage, espaços de resistência como a Aparelha Luzia, Fela Day na Quebrada, Jazz na Kombi. O vídeo clipe “Manifesto Preto” foi vencedor do 1º Festival Felino Preta e também do Vº Festival de Cinema Negro do Matogrosso, em 2020, como melhor vídeo clipe, em ambos os festivais, pela votação popular.

1 – Ruído, música e comunicação: desorganizando os ouvidos ao sul.
Participante convidada: Janaina Jara
2 – Bach de favela: bum bum tam tam e a simbiose sonora da diáspora.
Participante convidado: Ana Dan
3 – O Canto de Xangô e a construção da identidade afrodiaspórica. convidado: Professor e Babalorixá Sidnei Nogueira
4 – Corpos do atlântico negro: música e descentramento sonoro.
Participante convidada: Preta Ary
5 – Freejazz contra o ruído colonial
Participante convidado: Romulo Alexis
6 – Samples, remix e mashups como tecnologia sonora favelizada
Participante convidado: Samora Nzinga

Pré requisito: não há

Duração: 6 encontros de 2 horas = total 12 horas

Datas/horário: Terças, das 19h30 às 21h30. 30/8, 6/9, 13/9, 20/9, 27/9, 4/10.

Local: Zoom

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