Foto: divulgação
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Breve história das coleções, do colecionismo e dos colecionadores

Com Fabricio Forganes Santos

Vila Mariana

Duração: 120 minutos

18

atividade presencial

Grátis

Local: Diversos espaços (conforme cronograma)

Inscrições a partir de 7/2/23 para o primeiro encontro.

Datas e horários

De 21/01 a 15/02

21/01 • Sábado • 10h30
26/01 • Quinta • 10h30
15/02 • Quarta • 10h30
Foto: divulgação
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O ato de “colecionar”, hoje em dia, está intimamente ligado a objetos de desejo que se tornaram valiosos para um determinado indivíduo, que passa a ser considerado “colecionador”, a partir da reunião de tais peças. Muito embora os itens “colecionados” e guardados necessariamente não tenham sido adquiridos mediante um alto investimento financeiro, à medida que são expostos em ambientes próprios, passam a ser classificados como “coleções”, e a noção de conjunto faz com que estes objetos valiosos passem a ser visitados, admirados e estudados.
Mesmo que o “colecionismo”, no contexto contemporâneo, seja uma prática que muitas vezes resulte na formação de pequenos museus, este costume historicamente nem sempre teve como finalidade a musealização, ainda que os objetos fossem igualmente reunidos, valorizados e preservados.
Neste projeto, organizado em sete encontros, será possível entender um pouco mais sobre os modos e as intenções do colecionismo na história, conhecendo alguns colecionadores e visitando coleções localizadas na cidade de São Paulo. É necessário inscrever-se para cada encontro, de acordo com o cronograma abaixo:

1º Encontro – 21/1 (sábado), das 10h30 às 12h30
Visita ao Sesc Vila Mariana: encontro teórico que abordará uma breve história das coleções, do colecionismo e dos colecionadores com visita ao acervo da unidade.
Local: Sesc Vila Mariana (Espaço de Tecnologias e Artes – 3º Andar Torre A)
Inscrições a partir de 10/1/2023. Acesse a Central de Relacionamento Digital. Vagas limitadas. ESGOTADO

2º Encontro – 26/1 (quinta), das 10h30 às 12h30
Visita ao Museu de Arqueologia e Etnografia MAE-USP: a visita tem como objetivo entender o cotidiano dos povos originários e as intenções por trás do costume de reunir objetos;
Local: Museu de Arqueologia e Etnografia MAE-USP
Inscrições a partir de 17/1/2023. Acesse a Central de Relacionamento Digital. Vagas limitadas.

3º Encontro – 15/2 (quarta), das 10h30 às 12h30
Pinacoteca do Estado de São Paulo: a partir de uma coleção específica apresentada no museu, vamos conhecer um pouco mais do colecionismo entre os povos que viviam no período que a história ocidental classificou como antiguidade clássica.
Inscrições a partir de 7/2/2023. Acesse a Central de Relacionamento Digital. Vagas limitadas.

Em breve, informações sobre os demais encontros nesta página.

 


Fabricio Forganes Santosé arquiteto, professor, pesquisador e autor. Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP (2021). Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Católica de Santos – UNISANTOS (2007). Membro do Grupo de Pesquisa “Barroco-Açu. A América Portuguesa na Geografia Artística do Sul Global”, locado na FAU-USP (2019). Membro do Conselho Consultivo do Instituto Tebas de Educação e Cultura (2021). Pesquisador Social no Projeto “Mapeamento das Comunidades Tradicionais de Matriz Bantu na região metropolitana de São Paulo”, realizado pelo Instituto Latino-americano de Tradições Afro-Bantu -ILABANTU / Núcleo de Estudos Afro-brasileiro – NEAB / Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal de São Paulo – UNIFESP (2022). Possui experiência como curador no Museu de Arte Sacra de Santos – MASS, e como docente no curso de Arquitetura e Urbanismo da FAAC/UNESP e da FAIP-Marília. Ministra cursos e palestras no Museu de Arte Sacra de São Paulo – MAS-SP e em outras instituições museológicas brasileiras, todos eles organizados a partir dos temas principais de sua pesquisa. Pesquisador da presença negra no urbanismo brasileiro, possui produção acadêmica dedicada aos lugares de memória do Catolicismo Negro em território brasileiro. É autor do livro “As três igrejas dos homens pretos de São Paulo de Piratininga” (2023).

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