Foto: Carla Zavatieri
Foto: Carla Zavatieri

Brincadeiras Populares: coletividade, autonomia e independência  

Com Vívian Parreira da Silva e Pedro Zanette 

São Carlos

Duração: 60 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Sala de atividades corporais 

Retirada de senhas na Loja Sesc, com 30 minutos de antecedência. Lugares limitados.

Datas e horários

De 07/10 a 11/11

Sexta

Das 14h30 às 15h30. Exceto dia 4/11.

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Foto: Carla Zavatieri
Foto: Carla Zavatieri

Dançar, cantar, tocar e brincar, nos abre caminhos para exercitarmos a coletividade, a autonomia e a independência nas rodas. Esta vivência nos convida a experimentarmos danças, cantorias, jogos, criação coletiva, autonomia, improviso e a ludicidade por meio de um repertório fundamentado nas culturas populares brasileiras. Revisitaremos cantigas que carregam poesias e tecem vidas de pessoas que dançam, cantam e brincam a vida. Abriremos esta roda com o cacuriá, passearemos pelo samba de coco e pela congada. Todos estes brinquedos brasileiros trazem consigo a criação coletiva, os versos, a dança, a música, o improviso, o jogo e o ritmo dos tambores, pandeiros, ganzás, matracas, chocalhos e repiques.

Cacuriá: é uma dança, uma brincadeira feita ao som das caixas do Divino, dependendo do grupo ou região do Brasil, pode incluir também demais instrumentos como ganzás, flautas, violão. As suas formas e possibilidades de realização podem ser diferentes de acordo com cada mestra/e grupo e região do Brasil.

Congadas: São múltiplas e diversas em suas formas e definições, podemos dizer que congada é uma manifestação que resiste, transforma e ensina. É um festejo uma mistura de sentidos, cores, sons, dança, convivências, cumplicidades, lutas e afirmações.

Samba de coco: é uma prática cultural brasileira, uma brincadeira que envolve dança, canto, improviso, rimas, jogos e muitos saberes. O samba de coco é brincado, dançado e cantado em todo o território nacional, mas é tradicional nos estados do norte e nordeste. O samba de coco traz a junção das raízes negras e indígenas. É brincado em roda com instrumentos como zabumba, pandeiro, ganzá, matraca, maracás.

Vívian Parreira da Silva – Artista, educadora, caixeira e brincante. Fundadora e coordenadora do grupo de pesquisa e prática em danças brasileiras Girafulô. Doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos com pesquisa em educação das relações étnico-raciais com foco no Jongo e como as vivências desta prática Banto colaboram com nossa luta por uma educação antirracista. Mestre em educação pela mesma universidade, com pesquisa junto ao Terno de Congado Marinheiro de São Benedito, esse estudo realizado junto à comunidade apresentou processos educativos que ampliam as nossas maneiras de aprender e ensinar a partir de jeitos e saberes próprios das culturas de origem Banto. Possui graduação em história pela
Universidade Federal de Uberlândia (2005) Licenciatura e Bacharelado. Atua com os temas: Práticas Sociais e Processos Educativos; educação das relações étnico-raciais, antirracismo, formação de professores, danças e brincadeiras das culturas populares brasileiras. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em cultura popular, relações étnico-raciais, danças brasileiras, oralidade e memória. 

Pedro Zanette é educador desenvolve e executa projetos em diversas áreas como: culturas populares, educação popular, educação ambiental, construção de instrumentos de percussão, danças e brincadeiras das culturas populares. É alagbê do Ilê Omo Aiye. É batuqueiro do grupo de Maracatu Rochedo de Ouro, associação cultural, Ponto de Cultura e grupo percussivo, fundado em 24 de junho de 2003. Integrante do Girafulô, grupo de prática em danças brasileiras.

Componente do Ponto de Cultura TEIA – Casa de Criação. Aprendiz na construção de tambores, orientado por Mestre Lumumba e Chico Simões. Educador Ambiental com diversas experiências nas áreas de agroecologia e gestão de resíduos sólidos. Engenheiro Ambiental formado pela EESC – USP, com mestrado em ciências ambientais pelo PPGCAm – UFSCar, atua como
educador ambiental a partir dos fundamentos da agroecologia. 

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