Foto: Bianca Bunier
Foto: Bianca Bunier

Bruna Caram

Canta Gonzaguinha

Carmo

Duração: 90 minutos

18

atividade presencial

Local: Restaurante 1

Venda online 16/08, terça, às 12h. Venda presencial 17/08, quarta, às 17h.

Foto: Bianca Bunier
Foto: Bianca Bunier

A multiartista Bruna Caram apresenta um show inteiramente como intérprete: o “Bruna Caram canta Gonzaguinha”, novo projeto que tem foco nas canções políticas e amorosas do compositor, e que desembocará no sétimo disco da cantora, já sendo gravado e prometido para este ano.

Bruna Caram é cantora, compositora, atriz, instrumentista, poeta, preparadora vocal e sócia-fundadora da Cor e Voz, renomada escola de preparação vocal, artística e musical de São Paulo. Bruna tem 6 discos lançados, um deles ao vivo, um DVD, dois livros lançados como poeta, e uma participação na tv como atriz na Minissérie Dois Irmãos da Rede Globo(2017). Como compositora, Bruna é parceira de nomes como Chico Cesar, Zeca Baleiro, Pedro Luis e Roberta Sá. A artista também é ativista, trabalhando no combate ao abuso sexual de crianças e adolescentes através da campanha Ninguém Mexe Comigo, para quem compõe canções de consciêntização. A campanha é reconhecida internacionalmente e ganhou dois prêmios em 2021.

O novo show de Bruna traz justamente a luta por justiça e o poder do afeto como temas centrais. O time por trás do espetáculo reforça esses temas: Jean Wyllys assina a pesquisa de repertório e roteiro, e Nanan Gonzaga, filha do próprio Gonzaguinha, é colaboradora também nessa pesquisa. A direção musical e arranjos são de Norberto Vinhas, a preparação de corpo de Leticia Doretto e o figurino de Bia Rivato. No repertório, desde clássicos como “Explode Coracão” e “É” a canções lado B como “Eu Nem Ligo” e “Viver, Amar, Valeu”. O show apresenta uma grande variedade de ritmos brasileiros, como o frevo, o samba e o ijexá.

“Minha formação como cantora e como cidadã teve Gonzaguinha como pilar necessário. E hoje, em tempos de opressão, mentira, horror e fome, sua música traz uma denúncia pertinente e um chamado libertário. É uma obra que grita sem rancor, com prazer, por mais dignidade. Para mim, é o compositor que mais faz sentido cantar em 2022.”, diz ela.

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