Foto: Nil Caniné
Foto: Nil Caniné

Como Posso Não Ser Montgomery Clift?

De Alberto Conejero López. Com Gustavo Gasparani.

Pinheiros

Duração: 70 minutos

16

atividade presencial

Local: Auditório (3º andar)

Venda nas bilheterias a partir de 13/10 - 17h.

Foto: Nil Caniné
Foto: Nil Caniné

A peça Como Posso Não Ser Montgomery Clift? insere o espectador no universo caótico do ator e ícone do cinema americano Montgomery Cliff que, decidido a abandonar a carreira cinematográfica e o assédio dos meios de comunicação, terá que enfrentar seu passado e suas consequências no presente: o acidente de carro que desfigurou seu rosto.

Ficção a partir de acontecimentos reais na vida do ator.

 

SOBRE O AUTOR

Alberto Conejero López (Jéan, Espanha, 1978) é formado em direção de cena e dramaturgia, pela Real Escuela Superior de Arte Dramático (RESAD) em Madrid. O espanhol palestra sobre dramaturgia europeia contemporânea e teatro clássico em diversos países, como Espanha, Grécia, Chile, Argentina, entre outros. López é representante de uma nova geração de dramaturgos espanhóis e habitual dos cenários alternativos de Madrid. Sua obra é arrojada, falando diretamente ao espectador, por meio de uma linguagem contemporânea e poética. Seu texto, Cliff Precipício (2011) foi contemplado com o prêmio Leopoldo Alas Mínguez de Literatura Dramática, em 2015. E A Geometria do Trigo (2018) recebeu o Prêmio Nacional de Literatura Dramática, em 2019.

SOBRE O ATOR

Gustavo Gasparani é ator, autor, diretor e produtor, com formação em canto e dança, Gustavo iniciou sua carreira em 1982, no Teatro Amador do Colégio Andrews (TACA), dirigido por Miguel Falabella. Ao longo desses anos, participou de mais 60 espetáculos teatrais. Destacando-se: o monólogo Ricardo III, os musicais Vozes Negras, Samba Futebol Clube, SamBRA e Bem Sertanejo. Fundou a companhias de teatro Cia dos Atores. Dirigiu shows com grandes nomes da MPB, escreveu e produziu espetáculos musicais de destaque na cena teatral contemporânea, recebendo os principais prêmios do país, tais como: APCA, SHELL, CESGRANRIO, São Sebastião de Cultura e APTR. No audiovisual, participou de filmes, novelas e series da TV Globo. Desde 1990 é professor de teatro, trabalhando em diversas instituições, e desfila como passista na escola de samba Estação Primeira de Mangueira. Participou, ainda, do Júri do prêmio Estandarte de Ouro, do jornal O Globo (2010 e 2011) e publicou cinco livros, entre eles: ” “Três Poetas do Samba-enredo”(2021) e “Amir Haddad de Todos os Teatros” (2022), ambos pela editora Cobogó.

SOBRE O DIRETOR

Fernando Philbert iniciou sua carreira de direção como assistente de Gilberto Grawonski, Domingos Oliveira e Aderbal Freire Filho, sendo assistente em mais de quinze peças, entre elas Hamlet, A Ordem do Mundo, Incêndios e Macbeth. Como diretor, destaque para: O Topo da Montanha. Desde 2017, está com Contos Negreiros do Brasil em viagem por Rio de Janeiro e São Paulo. Como diretor: Todas as Coisas Maravilhosas (2019), O Ator e o Lobo (2019), Em casa a gente conversa (2019), O que é que ele tem (2018/19) e O Escândalo Felipe Dussaert (2016).

FICHA TÉCNICA

Texto: Alberto Conejero López

Tradução: Fernando Yamamoto

Direção: Fernando Philbert

Atuação: Gustavo Gasparani

Cenário: Natália Lana

Figurino: Marieta Spada

Iluminação: Vilmar Oslós

Trilha: Marcelo Alonso Neves

Programação Visual: Mary Paz

Assessoria de Imprensa: Morente Forte Comunicações

Participação em áudio: Claudio Gabriel, Cesar Augusto e Isaac Bernat

Assistente de Direção: João Sena

Cenotécnico: André Salles

Pintor de Arte: Paulo Ferreira

Alfaiate: Alex Leal

Redes Sociais: Rafael Teixeira

Operado de Som: Thiago Taffuri

Operador de Luz: Thiago Monte

Contrarregra e Camareiro: Roberto Prado

Foto: Nil Caniné

Pré-Produção: Celso Lemos

Direção de Produção: Fabricio Polido

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