Foto: Francisco Gonzales
Foto: Francisco Gonzales

Cooperativismo na América Latina: Uma história de resistência

Com Núcleo de Economia Solidária da Usp

O Futuro é Cooperativo

Avenida Paulista

Duração: 119 minutos

AO VIVO
18

atividade online

Grátis

Vagas limitadas. Inscrições online, a partir de 27/9 , 14h, para Credencial Plena e 29/9, 14h, para público em geral.

Data e horário

De 19/10 a 16/11

Quarta

Das 19h às 21h

Foto: Francisco Gonzales
Foto: Francisco Gonzales

O curso trará uma abordagem sobre a história do cooperativismo com enfoque na América Latina, incluindo o Brasil, apresentando seus principais conceitos e marcos ao longo do tempo.

O cooperativismo, alternativa de desenvolvimento econômico regional, surge como uma proposta de organização dos trabalhadores em um contexto de aumento do desemprego. Na América Latina, o cooperativismo também aparece como uma alternativa frente à precarização do trabalho, sendo que as primeiras cooperativas remontam ao início do século XX. Corrobora com este início tanto imigrantes europeus, quanto setores da igreja e, também, a base cultural ameríndia que já apresentavam formas de organização baseadas no associativismo e no Bem Viver (maneira de pensar a vida em harmonia com os outros, a natureza e consigo), mantendo seus princípios, e contribuindo para a consolidação do cooperativismo no continente.

No Brasil, o movimento cooperativista em crescimento na década de 80 começou a se identificar como Economia Solidária, surgindo como uma proposta alternativa ao modelo de produção hegemônico frente ao aumento da dívida pública, crise econômica e ao desemprego crescente vivido no país nesta década. Um dos motivos desta mudança é uma necessidade de se diferenciar de cooperativas que ou estavam mais atreladas ao espectro político conservador, ou eram falsas pois, mesmo não sendo democráticas, assim se colocavam para não pagar os direitos trabalhistas obrigatórios.

Vagas limitadas. Inscrições online, a partir de 27/9 , 14h, para Credencial Plena e 29/9, 14h, para público em geral.

Diego Veiga tropeçou pelas Ciências Sociais e caiu na Economia Solidária. Acabou ficando por não entender o mundo de outra maneira que não pela autogestão, sempre em busca da construção coletiva de um mundo que valoriza a vida de todos os seres e não o dinheiro! Atualmente é integrante do Núcleo de Economia Solidária da Universidade de São Paulo.

Mayara Fujitani é mãe e mestranda em Design pela USP, quer ser educadora social e encontrou na Economia Solidária uma forma de conciliar as duas coisas. Atualmente compõe a equipe do Núcleo de Economia Solidária da USP e do grupo de pesquisa “Por um design relacional”. Trabalha como designer no Centro Popular de Mídias e constrói conjuntamente com outres designers uma cooperativa de design.

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