Núcleo Guerreiros de Senzala. Foto: Igor Jatobá
Núcleo Guerreiros de Senzala. Foto: Igor Jatobá

Dia de Iemanjá: Pelas ondas do mar eu vim, Pelas ondas do mar eu vou voltar

Com Núcleo Guerreiros de Senzala

Avenida Paulista

Duração: 330 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local: Arte II (13° andar)

Data e horário

De 02/02 a 02/02

Quinta

Das 16h às 21h30

Núcleo Guerreiros de Senzala. Foto: Igor Jatobá
Núcleo Guerreiros de Senzala. Foto: Igor Jatobá

Dia 2 de fevereiro, dia de festa no mar, navegaremos pelas escadas do Sesc Avenida Paulista numa performance que também é um ritual e uma aula de dança afro – agradecendo, levando e recebendo todas as energias boas da mãe Iemanjá.

Acesso livre, sujeito à lotação do espaço.

16h às 17h: Preparação coletiva do Altar para Iemanjá
O grupo irá preparar a sala para os demais momentos do dia – a preparação é uma parte central de qualquer ritual e neste momento também se canta e dança em uma performance-ritual-aula na qual se aprende muito sobre a cultura afro-brasileira. Neste momento também haverá música ao vivo com os percursionistas.

17h: Cortejo até o Mirante
O cortejo, que será uma performance, subirá os quatro andares até o Mirante.

17h30 às 19h: Troca de ideias no Mirante
Neste momento o grupo subirá para o Mirante com a imagem de Iemanjá e parte do Altar. Serão levadas algumas comidas típicas para serem compartilhadas com os participantes. A pausa é o momento das trocas e conversas do universo afro, essenciais de aprendizado da cultura.

19h às 19h30: Cortejo pelas escadas até chegar novamente na sala
Em cortejo, o grupo descerá os quatro andares até chegar a sala que foi preparada anteriormente.

19h30 às 21h30: Aula de dança afro
Chegando na sala a imagem e demais coisas voltam para o Altar e começa a aula de dança afro com toda a bateria montada e mais espaço para desenvolver o corpo e o Axé. A dança afro possui uma didática centenária reproduzida e aprendida pelos corpos que ali vão ensinar, junto de outros elementos da cultura corporal transmitidas por meio das histórias contadas e das boas energias trocadas. É também uma performance, mas não deixa de ser um ritual que traz muitas coisas boas em sentidos muito amplos para o espaço e as pessoas que participam.

Mestre Pinguim é natural de Salvador, onde teve seus primeiros contatos com as manifestações culturais afro-brasileiras. Em São Paulo, foi aluno de capoeira de Mestre Pato e é formado contramestre de capoeira angola por Mestre Gato Preto, Berimbau de Ouro da Bahia. É fundador do Grupo de Capoeira Angola de Guerreiros de Senzala e diretor artístico do Núcleo de Artes Afro-Brasileiras, onde conduz as aulas de capoeira angola, dança afro e percussão, dirige espetáculos e apresentações artísticas.

Mãe Edinha é filha de Oxum Opará. Yalorixá responsável pelo terreiro Ilê Axé Yá Omin e cadastrada na Federação Nacional do Culto Afro-Brasileiro. Possui 39 anos dedicados aos cultos afro-brasileiros, sendo destes 25 como umbandista e 14 anos como Yalorixá da nação Ketu. Realiza atividades culturais, contribuindo para a formação social de educadores que chegam ao terreiro através do Núcleo de Artes Afro-brasileiras da USP.

Léo Dofono de Xangô é filho de Xangô, foi iniciado no Ilê Axé Yá Omin, terreiro em que participa desde os 11 anos de idade. Estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades da UFRB. Trabalha em escolas públicas com jovens como professor de dança e educador.

Ninha de Euá foi iniciada em 2014 no Ilê Axé Yá Omin. Participa de religiões de Matriz Africana desde os 15 anos. Conhece a feitura e a diversidade da cozinha sagrada e festiva da religiosidade afro-brasileira. Trabalha com o extrativismo da Tiririca na comunidade da Entrada da Pedra.

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