Valcine Batista | Maurício Machado | Divulgação
Valcine Batista | Maurício Machado | Divulgação

Educação e natureza: aprendizagens contra-coloniais e afro-pindorâmicas

Com Rafael Cruz e Verônica Pinheiro e mediação de Jackson Magalhães

Florestar

Jundiaí

Duração: 90 minutos

AL

atividade presencial

Grátis

Local: Teatro

Retirada de ingressos 1h antes, na Loja Sesc.

Data e horário

De 26/03 a 26/03

26/03 • Quinta • 19h30
Valcine Batista | Maurício Machado | Divulgação
Valcine Batista | Maurício Machado | Divulgação

O bate-papo aproxima as perspectivas da Floresta~Escola, apresentadas por Rafael Cruz, das aprendizagens vivas, afro‑pindorâmicas e contra-coloniais cultivadas por Verônica Pinheiro e pela Associação Selvagem.

Em diálogo, compartilham experiências pedagógicas com crianças, desafios da pesquisa acadêmica e da publicação de saberes em um contexto de reconexão com territórios, sentidos e memórias.

A conversa propõe uma troca inspiradora sobre o que a natureza ensina e sobre como podemos ativar escolas vivas dentro e fora dos muros.


Rafael Branco Cruz é autor do livro Floresta~Escola: uma muvuca de práticas educativas desemparedadas e doutorando em Educação pela UNIRIO, onde é bolsista CAPES. É mestre em Educação e Sociedade pelo ISCTE-IUL, ator formado pela UNIRIO e especialista em Educação Sistêmica pela PPL. Coordena a Vivência Formativa em Floresta-Escola, integra o GiTaKa (UNIRIO) e realizou formação em Forest School pela Greenbow, no Reino Unido. Educador e pesquisador, dedica-se às abordagens regenerativas e às aprendizagens inspiradas pelas infâncias.

Verônica Pinheiro é brincante, professora da rede pública do Rio de Janeiro e doutoranda em Artes e Cultura Contemporânea pela UERJ. Pesquisa Confluências Afro-Pindorâmicas e educação contra-colonial. Integra a Selvagem desde 2023, coordenando o departamento Aprendizagens Selvagem, e atua no curso de extensão Aprendizagens Interculturais da UNIPAMPA. Caminha por aldeias, quilombos e favelas compartilhando saberes com crianças e educadores, e publica suas vivências nos Diários de Aprendizagens da Associação Selvagem.

Jackson Cruz Magalhães é quilombola, baiano e transmasculino. É doutorando em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, mestre em Sustentabilidade pela mesma instituição e graduado em Biologia pela UFRB. Atua como gestor cultural e ambiental, pesquisando justiça ambiental, populações tradicionais e periféricas, racismo ambiental e crise climática. Sua pesquisa atual investiga as relações entre povos de terreiro e natureza.

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