Duração: 180 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Sala de Oficinas 3
Retirada de senhas no local com 30 minutos de antecedência. Vagas Limitadas.
Data e horário
De 07/03 a 28/03
10h-13h
Partindo da pergunta “Como integrar a acessibilidade como elemento estético em projetos e processos educativos?”, esta série de rodas de conversa propõe refletir sobre a acessibilidade como parte constitutiva do desenvolvimento de ferramentas pedagógicas utilizadas no cotidiano dos contextos educativos. A proposta parte de um olhar que articula educação, arte e acessibilidade de forma integrada, trabalhando com o entendimento de que todo público deve ter acesso a experiências signicativas de aprendizagem e fruição.
Os encontros serão conduzidos pelas educadoras e consultoras da empresa alingua, que atua a partir da convicção de que todas as pessoas têm direito de acesso, com equidade e qualidade, aos conteúdos apresentados nos espaços culturais e educativos.
Para garantir esse compromisso em seus projetos, o grupo mantém um processo contínuo de formação, revisão e pesquisa, orientado por uma abordagem que compreender educação e acessibilidade como experiência estética – práticas que se fortalecem no contato com obras de arte, com o cotidiano e com o mundo, integrando técnica, poética e conteúdo.
Nayara Rodrigues é artista surda, poeta e ativista. Sua pesquisa atravessa poesia em Libras, performance e temas como maternidade e a experiência da mulher negra surda. Atua em coletivos bilíngues e integra o Slam do Surdes, movimento que amplia a presença de artistas surdos na cena da poesia falada.
Gislana Vale é pesquisadora, escritora e consultora em acessibilidade cultural. Mulher negra e cega, tem ampla atuação em políticas públicas, acessibilidade em instituições culturais e movimentos de mulheres com deciência visual. Suas pesquisas articulam práticas poéticas, direitos culturais e tecnologias de acesso.
Tania Alice é artista-pesquisadora e professora da UNIRIO. Desenvolve projetos de performance voltados à saúde, ao cuidado e à inclusão. Como artista do espectro autista, investiga poéticas relacionais e atua internacionalmente em projetos participativos que aproximam arte, corpo e comunidade.
Alíngua é uma empresa fundada em 2022 por Ana Krein, Laysa Elias, Giulia Gadel e Paola Ribeiro, especializada em projetos educativos e de acessibilidade cultural em instituições artísticas e museológicas. Atua com coordenação de equipes educativas, consultorias, ações formativas, oficinas, publicações e audiodescrição. Entre as instituições parceiras estão Sesc-SP, CCBB, Museu da Língua Portuguesa, Farol Santander e Fiesp.
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