Duração: 120 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Unidade
Sem retirada de ingressos
Data e horário
De 10/01 a 31/01
15h às 17h
A FEIRA LAMBEIRA é uma intervenção artística que reúne diversos espetáculos de Teatro Lambe-Lambe, apresentados simultaneamente em diferentes espaços da unidade. Em pequenas caixas, que remetem aos antigos fotógrafos lambe-lambe, o público poderá assistir espetáculos de curta duração, com cenários e bonecos em miniatura e muita sensibilidade.
Serão apresentados os seguintes espetáculos:
– Nos dias 10 e 24 de janeiro:
“A Fiandeira”, com Cia. PlastikOnírica
“Encantada”, com Pontos de Fiandeiras
“Deflorada”, com Pontos de Fiandeiras
“Arapuca”, com Pontos de Fiandeiras
“Sala de Estar”, com Eduardo Salzane
“O Tamanho das Memórias”, com Nina Rocha
– Nos dias 17 e 31 de janeiro:
“Saudade”, com Cia. PlastikOnírica
“A Entrega é Aqui?”, com Priscila Kruger
“Quantas Florestas”, com Contos de Colmeia
“Vitalino”, com Cia. Tempo de Brincar
“Só Existe Uma Jornada”, com Contos de Colmeia
“80.000.000”, com Contos de Colmeia
Sinopses:
“A Fiandeira”, com Cia. PlastikOnírica
O espetáculo apresenta imagens que evocam a ancestralidade das forças femininas criadoras do universo. A figura da grande Deusa Aranha que fia e tece os destinos dos homens e das mulheres guia o espectador e a espectadora numa viagem cósmica e íntima para além das fronteiras da vida e da morte, do
real e do imaginário.
“Encantada”, com Pontos de Fiandeiras
A criança brincava de esconde-esconde até que se perdeu num quintal imaginário. Ela não se lembrava dos nomes das ruas, das pessoas…as suas
únicas recordações eram de alguns momentos felizes que havia vivido com sua família e amigos. Alguém estava procurando por ela?
“Deflorada”, com Pontos de Fiandeiras
Você já viu uma flor nascer num pedaço de concreto? Foi assim: essa criança nasceu que nem flor e desde cedo começou a desafiar o seu destino. Um dia, mãos monstruosas se aproximaram para cortar suas pétalas.
“Arapuca”, com Pontos de Fiandeiras
O que fazer quando a criança não tem um ninho seguro para morar, um espaço para brincar? Na rua a criança faz brinquedo com o que encontra: com
um pneu – um barco, um pedaço de sofá – uma nave espacial, um ferro pontiagudo – uma espada para enfrentar gigantes. Numa noite a criança brinca numa praça improvisada pela comunidade quando de repente é surpreendida por um som agudo que vem de longe.
“Sala de Estar”, com Eduardo Salzane e “O Tamanho das Memórias”, com Nina Rocha
Em meio a uma epidemia de sofrimento psíquico, associada ao modelo econômico vigente, que transforma a experiência humana em mero capital produtivo, onde qualquer interrupção da produtividade é interpretada como um fracasso, os espetáculos “Sala de Estar” e “O Tamanho das Memórias”, propõem uma experiência de aconchego emocional e reconexão com a própria essência.
“Saudade”, com Cia. PlastikOnírica
Um ser solitário percebe um grande buraco no peito. Buscando a razão de sua solidão numa carta, o boneco se vê entre ficar e partir, entre a espera do retorno e a busca deste motivo, desta pessoa, deste tempo, momento ou lugar que alimentam e saciam esta falta: sua saudade.
“A Entrega é Aqui?”, com Priscila Kruger
Jéssica é uma entregadora de aplicativos que, apesar das dificuldades do
cotidiano, encontra formas de imaginar outros futuros possíveis. A proposta do espetáculo discute a precarização dos meios de trabalho e a falta de perspectiva de inclusão laboral para jovens de baixa renda, especialmente as mulheres.
“Quantas Florestas”, com Contos de Colmeia
Este espetáculo mergulha na essência simbólica e imagética desse gesto, explorando a solidão do ser humano diante de um mundo devastado e a coragem necessária para agir e assegurar o futuro das gerações por vir.
“Vitalino”, com Cia. Tempo de Brincar
Mestre Vitalino te convida a espiar suas histórias retratadas no barro. Ele vive do que tira do chão. Com o barro faz seus brinquedos e os vende na feira.Enquanto espera o barro queimar no forno, Vitalino sonha com suas memórias e desejos de infância.
“Só Existe Uma Jornada”, com Contos de Colmeia
A jornada começa frente a um baú pequeno e fechado. Guiado pelo artista, o espetador vai, aos poucos, abrir compartimentos e gavetas e se deparar com conflitos e descobertas internas, deixando ao longo do caminho armaduras, máscaras e medo.
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