Duração: 180 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Oficinas - 6º andar
Inscrições a partir das 14h do dia 14/01 para credenciais plenas e, a partir das 14h do dia 16/01, para as demais categorias
Este curso, organizado em quatro encontros, combina teoria e prática para investigar a fermentação como um campo de experimentação criativa, colaboração multiespécies e conexão com diferentes culturas. Fermentar alimentos é abrir espaço, na cozinha e na vida, para as forças invisíveis que sustentam e transformam o mundo. A partir de diferentes processos de fermentação exploramos como bactérias, fungos e humanos constroem ecologias compartilhadas.
Os participantes aprendem sobre aspectos científicos, métodos de segurança e também sobre as dimensões filosóficas e poéticas da fermentação, discutindo micro-organismos em suas formas de existir, metabolizar e se relacionar. Ao longo dos encontros temos momentos de prática e produção de fermentados como: chucrute, kimchi e koso que são permeados por conversas sobre ecologia, decolonialidade, cuidado e sustentabilidade.
Fermentar como gesto político, poético e estético – uma forma de ativar outros modos de estar no mundo.
Vitor Barão é biólogo e Mestre em Ciências pelo Dpto. de Botânica da USP, fotógrafo e cozinheiro autodidata, atua como artista multidisciplinar entre as linguagens da arte, ciência, natureza, cozinha e tecnologia. É pesquisador, consultor e professor de biomimética, documentarista de processos criativos e cofundador do Gramáticas da Natureza que atua com educação, ciência e poética.
Carolina Coronato é artista e educadora, desenvolve sua pesquisa e prática artística a partir da construção de cartografias – representações estético-poéticas de territórios subjetivos – lugares onde se materializam percepções e atravessamentos nascidos no encontro com e na natureza. É cofundadora do Gramáticas da Natureza, abordagem que propõe modos poéticos de relação com o mundo natural.
Gramáticas da Natureza é uma plataforma que investiga modos de conhecer e experienciar a natureza. O projeto propõe residências, instalações, expedições, oficinas e banquetes performativos adotando as linguagens de arte e da ciência como pontes para a experiência. Em suas ações, o coletivo ativa formas de cuidado e construção de subjetividade a partir da relação entre paisagem, estética e compartilhamento.
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