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Homenagem ao centenário do dramaturgo Jorge Andrade

Com Tania Brandão, Elizabeth R. Azevedo, Ignácio Loyola Brandão, Mauro Alencar e Antonio Gilberto

CPT

Consolação

Duração: 90 minutos

AO VIVO
16

atividade online

Data e horário

De 18/05 a 31/12

Todos os dias

Disponível em youtube.com/cptsesc

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Um bate-papo, ao vivo, entre as historiadoras Tania Brandão e Elizabeth Azevedo, o escritor Ignácio Loyola Brandão e o pesquisador e consultor em teledramaturgia, Mauro Alencar. A mediação é do diretor e professor Antonio Gilberto. A direção de produção é de Celso Lemos.

Clique aqui e assista

Jorge Andrade
Aluísio Jorge de Andrade Franco, mais conhecido como Jorge Andrade (Barretos, 21 de maio de 1922 — São Paulo, 13 de março de 1984), foi um dramaturgo, autor de telenovelas, jornalista, e escritor brasileiro. É considerado um dos dramaturgos brasileiros mais importantes do Século XX, também teve peças teatrais adaptadas para telenovelas e atuou como jornalista em revistas como Visão e Realidade, além de escrever crônicas no jornal Folha de S. Paulo. O dramaturgo começou a escrever suas primeiras peças na década de 1950. É conhecido por utilizar elementos da história brasileira para escrever as suas peças, como “A Moratória”, “Os Ossos do Barão” e “Vereda da Salvação”, realizando um recorte temporal que vai do Século XVII ao XX da história do Brasil que estão reunidas na antologia, “Marta, a Árvore e o Relógio”, publicada em 1970.

Tania Brandão
Bacharel e Licenciada em História (UFRJ-1973/1974), Doutora em História Social (UFRJ). Livre Docente em Direção Teatral (UNIRIO). Professora de História do Teatro da Escola de Teatro Martins Pena (1982-1992) e da Escola de Teatro da UNIRIO (1989/2002); professora do PPGAC/UNIRIO (1996/…), orientadora de dissertações, teses e pesquisas. Crítica de teatro (1982/…) em diversos veículos da imprensa carioca; editora e crítica do blog Folias Teatrais. Pesquisadora de História do Teatro Brasileiro. Editora do número especial da Revista O Percevejo, 2004, dedicado ao teatro de revista no Brasil. Autora dos livros Uma empresa e seus segredos: Companhia Maria Della Costa (1948-1974) e A máquina de repetir e a fábrica de estrelas – Teatro dos Sete. Organizadora do Colóquio Internacional Teatro e Sociedade (2021). Editora e organizadora em colaboração com Henrique Gusmão e Valmir Aleixo do livro Teatro e Sociedade. Novas Perspectivas da História Social do Teatro (2021).

Elizabeth R. Azevedo
Professora sênior Livre Docente na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo. Bacharel em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (1983), obteve grau de Mestre em Artes na ECA/USP, em 1995, com a dissertação Um Palco Sob as Arcadas. Em 1997, foi contemplada com uma Bolsa de Estudos Vitae de Artes. Em 2002, doutorou-se em Artes, pela ECA/USP, com a tese Recursos Estilísticos na Dramaturgia de Jorge Andrade. Entre 2003 e 2020, foi professora de História do Teatro Brasileiro e História das Artes Cênicas no Departamento de Artes Cênicas (CAC) da ECA/USP. É orientadora no Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas da ECA desde 2004. Em 2005, participou como coordenadora de pesquisadora no projeto Traje em Cena, que organizou o acervo de figurinos do Theatro Municipal de São Paulo, com apoio da Fundação Vitae. Entre 2012 e 2014, coordenou a pesquisa Inventário da Cena Paulistana, sobre a história dos antigos edifícios teatrais em São Paulo entre 1850 e 1930, com apoio FAPESP e Condephaat . Em 2016, concluiu Pós-doutorado na Universidade de Lisboa . Em 2020, obteve o título de Professora Livre Docente pela ECA/USP com a tese Emílio Doux, trajetória de um ensaiador francês rumo aos trópicos. Foi coordenadora do Centro de Documentação Teatral da ECA/USP entre 2004 e 2021 e, hoje, está na vice-coordenação.

Ignácio Loyola Brandão
Jornalista e escritor, passou pelas redações de Última Hora, Cláudia, Realidade, Planeta, Lui, Ciência e Vida e Vogue. Tem 45 livros publicados , entre romances, contos, crônicas e infanto-juvenis. Entre seus romances mais conhecidos, estão Não verás país nenhum e Zero. Seus livros estão traduzidos para o inglês, alemão, italiano, espanhol, húngaro, tcheco e coreano. Com o infantil O menino que vendia palavras, ganhou o Prêmio Jabuti 2015 na categoria Melhor Livro Juvenil. Em 2016, recebeu, pelo conjunto da obra, o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras.

Mauro Alencar
Consultor e pesquisador de Teledramaturgia no Brasil e no exterior. Atuou na Globo (1992 – 2021), em emissoras do Chile, com estágios no SBT e TV Cultura. Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (com especialização em Teledramaturgia Brasileira e Latino-Americana). Membro da Academia Internacional de Artes e Ciências da Televisão de Nova York, que concede o prêmio Emmy. Autor de A Hollywood Brasileira – Panorama da Telenovela no Brasil (laureado na Feira de Frankfurt) e da coleção Grandes Novelas, entre outros livros. Atualmente professor do Curso de Pós-Graduação do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.

Antonio Gilberto
Antonio Gilberto Porto Ferreira, em arte, Antonio Gilberto, é diretor, pesquisador, professor e gestor cultural. Mestre em História e Historiografia do Teatro e das Artes (HTA) pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) do Centro de Letras e Artes (CLA) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Bacharel em Artes Cênicas/Direção Teatral pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS). Atualmente doutorando no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UNIRIO, onde realiza pesquisa sobre a trajetória do dramaturgo Jorge Andrade.

Celso Lemos
Sócio fundador da APTR – Associação de Produtores de Teatro, atualmente em cartaz com espetáculo A Lista com direção de Guilherme Piva, com Lilia Cabral. Entre 2018 e 2022 produziu a circulação do espetáculo AS CRIANÇAS, com direção de Rodrigo Portella e INSETOS de Jô Bilac, com a Cia de Atores. Em 2018, produziu Navalha na Carne, de Plinio Marcos, com direção de Gustavo Wabner; Em 2017, “Ivanov”, de Anton Tchekhov, com direção de Ary Coslov e “A Guerra Não Tem Rosto de Mulher” de Svetlana Aleksiévitch, com direção de Marcello Bosschar. Em 2016 produziu o encerramento das Olimpíadas, para Rio 2016, com direção artística de Rosa Magalhães. Em 2011, 2013 e 2015 ocupou o teatro Dulcina, no RJ, com os projetos – Dulcina no Plural, Dulcina Abre o Pano e Dulcina em Foco. Produziu a MOSTRA de TEATRO – Panorama Petrobras Distribuidora de Cultura, no Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, nos anos de 2012, 2013, 2014 e 2015. Em 2011 produziu a turnê no Rio de Janeiro do Théâtre du Soleil, maior companhia de teatro da França. Trabalhou com as principais atrizes e atores, entre eles, Marília Pêra, Julia Lemmertz, Bibi Ferreira, Tônia Carrero, Nicette Bruno, Yoná Magalhães, Sérgio Britto, André Valle e diretores como Antonio Gilberto, Eduardo Tolentino, Ary Coslov, Rodrigo Portella e Fernando Philbert.

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