Foto: Divulgação
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KapuLab¹: Processo Criativo Artístico em Vídeo

com Diego Crux e Natali Mamani, mediação de Bru dos Santos

Oficinas de Criatividade

Pompeia

Duração: 120 minutos

12

atividade presencial

Grátis

Local: Área de Convivência

Data e horário

De 19/05/2026 a 19/05/2026

19/05 • Terça • 19h00
Foto: Divulgação
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KapûLAB é um terreiro ateliê de experimentação em artes e tecnologias, pensado a partir dos trabalhos artísticos e processos criativos de artistas e pensadores negros e indígenas. Nesta primeira edição, experimentaremos de maneira prática e introdutória o vídeo enquanto suporte para criação artísticas, abordaremos processos criativos em vídeo como ferramentas para criação de novos imaginários.

Nesta roda de conversa, convidamos artistas que tem o vídeo como um de seus principais suportes artísticos, para compartilhar seus trabalhos artísticos, processos criativos e experiências com os participantes do KapûLAB e para públicos interessados em geral.

Diego Crux é quase-artista nascido e criado na borda, em Parada de Taipas, hoje vive no centro. Trabalha com artes entre outros por diversos lugares. Neto de Rosa e Esmeraldo, é da cor que lembra a memória. Pesquisa chamados íntimos e pessoais, experiências coletivas, representação e disputas das acepções de vitória e derrota para além de posições estanques. Usa variados meios em seus processos, como apropriação, fotografia, vídeo, design, samples visuais, palavra, etc. Crux é membro da Irmandade Vilanismo.
Participou da 36ª Bienal de São Paulo (Fundação Bienal, 2025), Ecos Malês (CHS, 2024), Dos Brasis (SESC, 2023-2024), Edição #35 aarea (aarea.co, 2021), If A Tree Falls In A Forest (Les Rencontres d’Arles, França, 2021), CHALE WOTE (Accra, Gana, 2019), dos programas de residência e pesquisa do Pro Helvetia (2026), Goethe-Institut Bahia (2023), MAM Rio (2021) e Pivô Pesquisa (2020), e tem textos publicados pelo Contemporary &, Revista Rosa e MAM Rio.

Natali Mamani é realizadora audiovisual, integrante da Rede Katahirine – Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas, do Coletivo Cholitas da Babilônia e assistente de projetos audiovisuais no Instituto Catitu – Aldeia em Cena. Fez parte do 32º Programa de Exposições CCSP (2022). Mostra “Demarcação das telas e revolução das imagens: celebrando a produção audiovisual indígena no Brasil” (IMS, 2023) e no ECHOES – Indigenous Film Festival/Festival de Cinema Indigena – produzido pela People’s Palace Projects (Londres e Paris, 2023), fez parte da Residência Ëntun Fey Azkin – Chile, pela 35º Bienal de São Paulo em 2023.

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