Foto: Jennifer Glass
Foto: Jennifer Glass

Molly—Bloom

Com direção de Daniela Thomas e Bete Coelho

Avenida Paulista

Duração: 80 minutos

14

atividade presencial

Local: Arte II (13º andar)

Venda limitada a dois ingressos por pessoa.

Foto: Jennifer Glass
Foto: Jennifer Glass

Leopold Bloom, icônico personagem da literatura mundial, retorna a casa após flanar por dezesseis horas pela cidade de Dublin, capital da Irlanda. Sua esposa, Molly Bloom, já está dormindo, ou finge estar. Ele, exausto, ébrio, deita na cama com cautela para não acordá-la, embora beijando-a três vezes de forma peculiar, em lugar que a mulher não tem nenhuma expressão, como diz Molly.

O tálamo do casal Bloom, leito de concepção e nascimento, de consumação do matrimônio e de profanação do matrimônio, de sono e de morte, é o palco. Nele, Poldy (como Molly costuma chamá-lo) encontra roupa de cama limpa, odores adicionais, a presença de uma forma humana, feminina, dela, a impressão de uma forma humana, masculina, não dele… Bloom dorme. Molly parte para sua Odisseia mental, singrando o mar de seus pensamentos. Entre travesseiros e líquidos fluidos, navega as águas do passado, a infância em Gibraltar, seu pai, os enamoramentos, o primeiro beijo, o filho morto; navega as águas do presente, o casamento, o adultério, a barriga que está ficando grandinha, a conjectura de talvez parar com a cerveja no jantar, a filha; e as águas fascinantes e traiçoeiras da libido, do sexo, do proibido.

“Que ideia é essa de fazer a gente desse jeito com um buracão assim no meio”, diz ela. Molly revela sem subterfúgios a eletricidade e o poder vulcânico da mulher esse poder durante milênios cerceado por sociedades e revela especialmente sim o seu amor por Poldy cabeça de jerico sim Molly Bloom é tudo sim o amor a mãe e a mulher sim ela quer tudo sim. Um som um sim unção um seio.

Venda limitada a dois ingressos por pessoa.

Aguarde o sinal para a entrada do espetáculo na Área de Convivência (2º andar).

Ficha técnica:

Texto: James Joyce
Tradução e Consultoria Dramatúrgica: Caetano W. Galindo
Direção: Daniela Thomas e Bete Coelho
Codireção: Gabriel Fernandes
Elenco: Bete Coelho e Roberto Audio
Cenário: Daniela Thomas e Felipe Tassara
Assistente de Direção: Lindsay Castro Lima
Direção Técnica: Rodrigo Gava
Desenho de Luz: Beto Bruel
Direção de Arte: Alice Tassara
Direção de Produção: Lindsay Castro Lima e Mariana Mantovani
Produção: Cia. BR116
Realização: Sesc SP

Clique aqui e acesse o programa da temporada.

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