Foto: Gabriel Melo
Foto: Gabriel Melo

Narrativas Encontradas Numa Garrafa Pet na Beira da Maré

Grupo São Gens de Teatro (PE)

Avenida Paulista

Duração: 60 minutos

16

atividade presencial

Local: Arte II (13º andar)


Venda limitada a dois ingressos por pessoa.

Foto: Gabriel Melo
Foto: Gabriel Melo

O espetáculo Narrativas Encontradas Numa Garrafa Pet na Beira da Maré tem como espaço cênico e conceitual o universo do mangue, das palafitas, da maré e a diversidade dos sujeitos e suas narrativas. Uma dramaturgia criada a partir da vivência do dramaturgo Anderson Leite na comunidade ribeirinha da Ponte do Pina, no Recife (PE), onde o autor e sua família encontram a subsistência de sua rede familiar através da pesca artesanal de marisco e sururu. Embebido das narrativas que atravessam o autor, os seus e os que partilham daquele espaço para morada e/ou sustento, o dramaturgo e encenador dá vida a uma montagem que visa discutir temas de suma importância para a sociedade contemporânea, tais como: homofobia, estupro, assédio, machismo, violência policial, racismo e vulnerabilidade social. Deste modo, o espetáculo coloca em evidência o espaço urbano da cidade do Recife e sua relação com as margens, e visa discutir os problemas inerentes ao fluxo contínuo de uma favela, revelando suas poeticidades e mazelas cotidianas.

Leia o texto de Rafael Ventuna aqui.

Venda limitada a dois ingressos por pessoa.

Aguarde o sinal para a entrada do espetáculo na Área de Convivência (2º andar).

 

Ficha técnica:
Dramaturgia e encenação: Anderson Leite
Elenco: Anderson Leite, André Lourenço, Cristiano Primo, Fagner Fênix, HBlynda Morais e Monique Sampaio
Direção Musical: Arnaldo do Monte
Figurino: André Lourenço
Cenário e iluminação: Anderson Leite
Operação de luz: Cristiano Primo e Grupo
Adereços: Anderson Leite e André Lourenço
Produtora Cultural: HBlynda Morais
Realização: Grupo São Gens de Teatro

Duração: 60 minutos.

Fundado em 2009, o Grupo São Gens de Teatro vem trilhando ao longo dos anos um trabalho calcado na pesquisa e experimentação no que concerne ao fazer teatral, sendo a poética das populações marginalizadas o fio condutor da sua pesquisa. Seus integrantes em sua maioria advindos da periferia do Recife, vem desenvolvendo sua carpintaria teatral sob a ótica da descentralização do teatro recifense, buscando nos bairros periféricos as ambiguidades e insumos necessários para a construção dos seus espetáculos. Durante seus 13 anos de existência o São Gens tem em seu repertório mais de 15 peças, ações performáticas e intervenções. Suas montagens contam com a dramaturgia e encenação de Anderson Leite, que vem ao longo desses anos construindo dramaturgias e concepções cênicas com traços definidos, levando à cena espetáculos polimorfos/conscientes, tendo como base de estudo a poética marginal. Dentre as montagens estão: O amor de Zé e Mariquinha (2009); Zezinho e os três porquinhos (2012); 60 saudosos (2012); Sonho avoar (2013); Bandeira no telescópio de três amigos do Recife (2013); Rasgando escuridão (2014); A podridão que há em mim (2016-2018); A arte como remédio (2017); A máscara perversa (2017); Politicamente Vos Digo: (DeS)cOnStRuÇãO (2017-2019) Diário da Independência (2019/2021) Entre Telas (2020/2021) e Ubuntu: Uma Linda Aventura na Floresta Afrobrasilândia (2021).

 

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