Foto: divulgação
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Nhemongueta Mbya Guarani:Conexões entre Saberes e Tecnologias no Cinema Indígena

Agosto Indígena

Santos

Duração: 60 minutos

L

atividade presencial

Grátis

Local:  Auditório

Data e horário

16/08 a 16/08

16/08 • Domingo • 16h30
Foto: divulgação
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O bate-papo parte dos filmes exibidos na sessão Cinema Guarani, e de seus processos de realização para discutir o uso da tecnologia no contexto do cinema indígena. A partir das experiências do coletivo de cineastas da aldeia Tekoa Mirim (Praia Grande, SP), o encontro aborda diferentes formas de relação com as ferramentas audiovisuais, considerando seus usos, limites e possibilidades.

Wera Poty ou Clenilson Acosta, tem 22 anos e vive na aldeia Tekoa Mirim, Praia Grande (SP). É cineasta, tiktoker e tocador de rabeca. Divide o tempo entre os rituais na casa de reza, as reuniões da aldeia e as gravações com sua comunidade. Gosta tanto de guiar as entrevistas com as lideranças e os mais velhos de seu povo, quanto de se colocar na frente da câmera e atuar. Para ele, contar as histórias dos Mbya Guarani e mostrar o cotidiano de sua aldeia é uma forma de resistência e construção do futuro. 

Genezio Gonçalves é liderança do povo Guarani Mbya e vive na aldeia Tekoa Mirim, Praia Grande (SP). Atua em intercâmbios culturais e educacionais, orientando processos de formação, fortalecimento da identidade e transmissão de saberes tradicionais. Participa das atividades coletivas e de organização de seu território e apoia os projetos audiovisuais dos cineastas da aldeia.

Pedro Biava é jornalista e documentarista, mestre em História da Ciência pela PUC-SP. Estudou documentário e montagem na EICTV de Cuba em 2012 e, desde 2007, trabalha com audiovisual, produzindo reportagens e documentários que tratam de temas ligados aos direitos humanos. Trabalhou na TV Cultura e foi correspondente em São Paulo do canal de notícias latino-americano Telesur. Atualmente, tem se dedicado a cobertura da luta indígena no país e também ao ensino de audiovisual para jovens indígenas. Paralelamente, integra o coletivo independente Revira-Lata, que produz documentários desde 2010.

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