Cred: Divulgação
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O amor nunca vem só

com Andreone Medrado e Rita von Hunty

24 de Maio

Duração: 120 minutos

14

atividade presencial

Grátis

Local:  Teatro | 1º subsolo

Retirada de convites com 1h de antecedência.

Data e horário

25/08 • • 19h00
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Em “O amor nunca vem só”, título da Coleção Reticências, Andreone Medrado propõe repensar o amor como prática atravessada por relações de poder, raça e linguagem. Ao questionar normas e expandir os sentidos do afeto, convida à reinvenção do amor como gesto político e forma de existir em comum.

SOBRE O LIVRO
Em “O amor nunca vem só”, a bióloga e psicóloga travesti negra Andreone Medrado desloca o amor do campo das idealizações para pensá-lo como prática atravessada por relações de poder. Nos nossos vínculos, no cotidiano, afetar e ser afetada nunca é neutro: os vínculos carregam marcas da história, da linguagem e – de maneira incontornável – da raça, evidenciando como o racismo também organiza desejos, encontros e recusas.

Ao questionar normas como a monogamia e desmontar binarismos, a autora propõe expandir os circuitos do afeto, criando outras formas de nomear, sentir e existir. Entre reflexão crítica e aposta coletiva, afirma-se a necessidade de reinvenção do amor como gesto político e possibilidade de vida em comum.

SOBRE AS DEBATEDORAS
Andreone Teles Medrado é uma pessoa negra, travesti, não monogâmica e não heterossexual. É psicóloga, bióloga, pesquisadora, escritora, artista, fotógrafa, podcaster, e palestrante. No doutorado estudou influência do nojo na atratividade sexual e na religiosidade humana, com um olhar para a questão de gênero e da percepção da sexualidade. Seus estudos também compreendem o processo de racialização no Brasil, sobretudo a racialização negra, com articulações entre sexualidade, identidade de gênero e afetividades (com destaque para relacionamentos interraciais e não monogâmicos).

É co-autora do livro Não Monogmia: trãnsitos entre raça, gênero & sexualidade, publicado pela Editora Telha em novembro de 2023. E autora do livro Ensaios sobre o Colonialismo – higienização, corpos, fé e subjetividades em disputa, também pela Editora Telha (2025).

Rita von Hunty é atriz, crítica cultural, professora e educadora popular. Atua em universidades, escolas e movimentos sociais no Brasil e no exterior. Colaborou com mais de 25 livros, dois deles finalistas do Prêmio Jabuti Acadêmico 2025. Em 2025, ministrou a aula magna de abertura do semestre letivo da UnB e, em 2023, realizou a conferência de reabertura do curso de formação em Direitos Humanos da Enap, a convite da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.

 

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