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O waji: dos terreiros para as artes afro-brasileiras

Com Pedro Neto

Ipiranga

Duração: 180 minutos

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atividade presencial

Grátis

Local: Espaço de Tecnologias e Artes

Inscrição em sescsp.org.br/inscricoes a partir de 28/10, às 14h.

Data e horário

De 08/11 a 06/12

Terça

Das 18h30 às 21h30. Exceto dia 15/11

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O wájì é um dos nomes que o povo ioruba dá para um concentrado que produz o azul profundo, também conhecido como índigo, usado para tingir e pintar diversas superfícies: tecidos, corpos, objetos de barro, madeira e metal. No Brasil é comumente usado nos territórios tradicionais de matriz africana. A partir de seus usos estéticos e míticos, pretendemos vivenciar a presença do waji, dos terreiros para as artes plásticas africanas e afro-brasileiras numa dinâmica que envolve aulas teóricas e práticas experimentais com o uso da cianotipia, processo fotográfico de impressão com a característica cor azul.

Pedro Neto (Inátóbí) – Iniciado no Ilé Àse Pàlepà Màrìwò Sessu – SP; Cientista Social; Mestrando em Antropologia pelo PPGAS – FFLCH – USP; Diretor da Àgò Lònà Associação Cultural; Integrante da Ocupação Cultural Jeholu; Produtor cultural; Documentarista e Artista plástico.

Ligia Minami é artista visual, fotógrafa e educadora do Espaço de Tecnologias e Artes do Sesc Ipiranga. Graduada em fotografia (Senac), doutoranda e mestre em artes visuais (Unicamp), gosta de explorar as possibilidades experimentais da fotografia e artes gráficas.

 

 

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