Foto: Mauro Kury/Giovani Rufino/Mirian Fonseca/Sidney Haddad
Foto: Mauro Kury/Giovani Rufino/Mirian Fonseca/Sidney Haddad

Quando a dramaturgia vira game

Com Paulo de Moraes, Marcus Lobo e Mirian Fonseca, e mediação de Cynthia Gusmão

CPT

Consolação

Duração: 90 minutos

16

atividade online

Grátis

Local: Plataforma Zoom

Inscrições antecipadas de 16 a 21/08 em inscricoes.sescsp.org.br.

Data e horário

De 25/08 a 25/08

Quinta

19h às 20h30

Foto: Mauro Kury/Giovani Rufino/Mirian Fonseca/Sidney Haddad
Foto: Mauro Kury/Giovani Rufino/Mirian Fonseca/Sidney Haddad

Conversa sobre a dramaturgia fruída como jogo, a partir de regras próprias, códigos específicos, novas convenções, experiências em que o espectador internauta interage com o “espetáculo”. 

 

Paulo de Moraes  

Paulo de Moraes nasceu no Paraná, em 1965. Começou seu trabalho de diretor e dramaturgo em 1987, quando fundou a Armazém Companhia de Teatro. Desde 1998 radicado no Rio de Janeiro, já foi premiado ou indicado – como diretor – aos Prêmios Shell, Cesgranrio, Eletrobrás, Molière, Mambembe, APTR, Cultura Inglesa, Contigo, Qualidade Brasil e Faz a Diferença (Jornal O Globo). Recebeu por 2 vezes o Fringe First Award (no Festival de Edimburgo/Escócia), por A Marca da Água e O Dia em que Sam Morreu. Entre seus espetáculos mais importantes estão  A Ratoeira é o Gato (1994),  Alice Através do Espelho (1999),  Pessoas Invisíveis (2002),  Toda Nudez Será Castigada (2005),  Inveja dos Anjos (2008),  Mente Mentira (2010),  A Marca da Água (2012),  O Dia em que Sam Morreu (2014),  Hamlet (2017) e  Angels in America (2019). Além do Brasil, seus espetáculos também já foram apresentados no Uruguai, Portugal, França, Reino Unido, Noruega e China.

Marcus Lobo 

Baiano, formado em direção teatral pela Escola de Teatro da UFBA, pesquisador em emídia com foco nos elementos técnicos e visuais da cena, entre as interfaces do teatro e audiovisual. Experimentador das interações entre corpo e as novas mídias tecnológicas da cena contemporânea, explorando o teatro extendido, a telepresença, as TICs, e a iluminação cênica. Integrante do COATO coletivo desde a sua fundação em 2013 onde desenvolve pesquisa continuada atuando como produtor e encenador das obras “Estrelas derramadas” (2014), “Arquivo 64/15” (2015), “Maça” (2016), “eu é Outro: ensaio sobre fronteiras” (2017) e “INIMIGOS’ (2020/2021). Idealizador, produtor e curador do Festival Estudantil de Artes Cênicas, edições 2015, 2017, 2018, 2019, 2020. Mestrando em Cultura e Sociedade na linha de pesquisa de Cultura e Arte do Programa PósCult-UFBA, com pesquisa intitulada “Dramaturgias da visualidade em obras contemporâneas”. Ainda dirigiu trabalho como “Titus” (2018) uma adaptação de “Tito Andrónico” de W. Shakespeare e “Escorpião Teatro-Filme” (2019), obras que trazem o diálogo com o cinema experimental, transmissão ao vivo, e teatro expandido. 

Mirian Fonseca

Baiana, Laurofreitense, Produtora Sociocultural e Facilitadora de Projetos. Estudante de Artes Cênicas-Habilitação em Direção  Teatral na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia- ETUFBA. Possui formação em Mobilização Comunitária e Transformação Social pelo Instituto Elos (SP) e formação complementar em produção e captação de recursos. Integra como pesquisadora voluntária o Grupo de pesquisa Sociedade, Desenvolvimento e Natureza (DSN/UCSAL) e o COATO Coletivo. Entre os Trabalhos de Direção destacam-se os espetáculos As filhas do Ar (2019); Experimento Cênico Minha História Conto eu! (2019) Oeste Verdadeiro (2019), APÓS- Memórias, perdas e lutos (2021), ambos resultados dos componentes do curso de Direção teatral, e INIMIGOS – Espetáculo game do Coato Coletivo (2021). 

Cynthia Gusmão

Diretora musical, pesquisadora em Artes Cênicas, formada em Letras e doutora em Filosofia pela FFLCH-USP (bolsista CNPq); pós-doutoranda em Artes Cênicas ECA/USP.  Iniciou como musicista no grupo Negro Experimental de Dança (dir. Ismael Ivo/1978), integrou o grupo de pesquisa de Antunes Filho (1978/79), atuou no Teatro Ventoforte, Grupo Ponkã, entre outros. Na década de 1990, foi compositora de trilhas sonoras para audiovisuais da Tapiri Video e TVT São Bernardo do Campo. A partir de 1998, passou a dirigir e apresentar programas e séries na Cultura FM de São Paulo (Mapa-múndi, Polifonias Mestiças, Cena Brasileira, entre outros). Recebeu em 2000, o prêmio na III Bienal Internacional de Rádio (Cidade do México) com a primeira edição de Paisagens sonoras do Brasil, dedicada aos povos originários do país. É autora de Pequena Viagem pelo Mundo da Música (Moderna, 2008/Indicação FNLIJ). De 2013 a 2021, foi coordenadora musical da Cultura FM de São Paulo e, atualmente, dirige com Luiz Fernando Ramos o projeto de encenações radiofônicas Arte no Rádio (Radio USP/FM). 

 

Inscrições antecipadas a partir das 14h do dia 16 até o dia 21/08 em inscricoes.sescsp.org.br.

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