(Foto: Divulgação)
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Reflexões sobre o “sagrado” nos pensamentos ameríndios

Com Prof. Dr. Edson Kayapó, Prof. Dr. João Paulo Tukano, Profª. Ms. Nelly Duarte Marubo e Profª. Ms. Sandra Benites e Multiversidade da Floresta

Vila Mariana

Duração: 150 minutos

L

atividade online

Grátis

Inscrições a partir de 25/1, às 14h, em inscricoes.sescsp.org.br

Data e horário

De 02/02 a 23/02

Quarta

Das 19h às 21h30

(Foto: Divulgação)
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Curso online pela plataforma Zoom. No curso, os professores conversarão com o público sobre a ideia de “sagrado”, que está bastante presente quando se trata de povos ameríndios. Em geral, “sagrado” tem a ver com as relações que os povos originários tecem com a vida e suas diferentes formas de manifestação. No entanto, o contexto no qual a ideia e o entendimento de “sagrado”, como conceito, se inserem nos diálogos com os pensamentos ameríndios é através do processo de colonização, pensado em seu sentido mais amplo, da América Indígena, ou seja, é pensado a partir da perspectiva do colonizador. Nesta ideia genérica de “sagrado”, estão atribulados formas de conhecimento e visões de mundo que, numa inversão de perspectivas, não parecem se associar aos pensamentos ameríndios: o princípio universalizador, ou a ideia de “universal”, que se sobrepõem às perspectivas de multiplicidades e diferenças entre os ameríndios.

Inscrições a partir de 25/1, às 14h, em inscricoes.sescsp.org.br

Cronograma de encontros
Encontro 1: Perspectivas de uma voz Kayapó, com Prof. Dr. Edson Brito Kayapó
Encontro 2: Perspectivas de uma voz Marubo, com Profa. Ms. Nelly Duarte Marubo
Encontro 3: Perspectivas de uma voz Tukano, com Prof. Dr. João Paulo Lima Barreto
Encontro 4:  Perspectivas de uma voz Guarani Nhandeva, com Prof. Ms. Sandra Benites

Edson Kayapó (Edson Machado de Brito) é Doutor pelo programa pós-graduado em Educação: História, Política, Sociedade, na PUC-SP, com pesquisa financiada pelo CNPq e CAPES (2012). É mestre em História Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, com financiamento do CNPq (2008), sob orientação da doutora Heloísa Cruz. É Graduado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1997), com pós-graduação lato sensu (especialização) em História e Historiografia da Amazônia, pela Universidade Federal do Amapá (2000). Atualmente é professor efetivo do Instituto Federal da Bahia (IFBA), atuando na docência em licenciaturas, cursos técnicos e Pós-graduação lato sensu, além de orientar TCCs e monografias. Exerce ainda as funções de docente e orientador de pesquisas de mestrado no Programa de Pós-graduação em Ensino e Relações Étnico-Raciais na Universidade Federal do Sul da Bahia.

Nelly Barbosa Duarte Dollis (Varin Mema) é indígena do povo Marubo e possui doutorado (2021) e mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2017). Tem experiência na área de Antropologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Marubo, grupo clânica, parentesco Marubo, casamento.

João Paulo Lima Barreto é indígena do povo Ye’pamahsã (Tukano), nascido na aldeia São Domingos, no município de São Gabriel da Cachoeira (AM). Graduado em Filosofia, Mestre e Doutor em Antropologia Social pelo programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal do Amazonas. Pesquisador do Núcleo de Estudos da Amazônia Indígena (NEAI). Fundador do Centro de Medicina Indígena Bahserikowi. Membro do SPA – Science Panel for the Amazon (Painel Científico para a Amazônia), da Academia Brasileira de Ciência. Antropólogo, Professor, Consultor. Temas de atuação: Cultura e Conhecimentos Indígenas, Educação Escolar Indígena, Saúde Indígena, Economia Indígena, Formação de lideranças indígenas, Consultoria e Assessoria ao movimento indígena.

Sandra Benites (Ara Rete) é educadora, pesquisadora e curadora. É descendente do povo Guarani Nhandeva. Formada em Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em 2017, é doutoranda e mestre em Antropologia social pelo programa de pós-graduação do Museu Nacional e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pesquisa focada na educação indígena à partir da perspectiva da mulher Guarani e intitulada Viver na língua Guarani Nhandeva (mulher falando). Ainda na perspectiva da educação, tem experiência no ensino em escolas indígenas no ensino fundamental. Sandra Benites é a primeira curadora indígena contratada por uma instituição de arte no Brasil. Em 2019, passa a ocupar o cargo de curadora adjunta do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP).

Pessoas com mais de 12 anos deverão apresentar comprovante de vacinação contra COVID-19, evidenciando DUAS doses ou dose única para ingressar em todas as unidades do Sesc no estado de São Paulo.

O comprovante pode ser físico (carteirinha de vacinação) ou digital e um documento com foto.

O uso da máscara é obrigatório durante toda sua permanência na Unidade.

Para atividades com ingresso, será necessário apresentar o QR Code na entrada da atividade.

Consulte antecipadamente em sescsp.org.br sobre o funcionamento do estacionamento da unidade promotora do evento.

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