Foto: Dodô Azevedo
Foto: Dodô Azevedo

Semana Inaugural – Curso de Atuações

Com várias pessoas convidadas

CPT

Consolação

16

atividade presencial

Grátis

Local:  Centro de Pesquisa Teatral - 7º andar

Inscrições online, a partir das 14h de 2/10 (credencial plena e público em geral)

Datas e horários

06/10 a 10/10

06/10 • Terça • 19h00
07/10 • Quarta • 19h00
08/10 • Quinta • 19h00
09/10 • Sexta • 19h00
10/10 • Sábado • 14h00
Foto: Dodô Azevedo
Foto: Dodô Azevedo

Série de bate-papos com críticos, pesquisadores e artistas que trazem diferentes relatos, perspectivas e vivências relacionados à experiência formativa e criativa com Antunes Filho, fundador do Centro de Pesquisa Teatral. Ao articular memória, reflexão crítica e contexto histórico, os encontros oferecem aos participantes referências fundamentais para compreender o legado do CPT_Sesc, suas contribuições ao teatro brasileiro e princípios que atravessam essa trajetória artística e pedagógica.

6/10 | Mesa de Abertura: Legado e Prática da cena de Antunes Filho

Com Marlene Fortuna, Luiz Fernando Ramos e André de Araújo. 

André de Araújo é coordenador de programação do Sesc Consolação. Mestre em Cultura e Informação e bacharel em Artes Cênicas – Direção Teatral pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Desenvolveu, no teatro e no audiovisual, trabalhos como ator, diretor, dramaturgo e sonoplasta. Integrou, entre outros, o CPT/Macunaíma, dirigido por Antunes Filho, tendo atuado nos espetáculos “Policarpo Quaresma”, “Lamartine Babo”, “A Falecida Vapt-Vupt” e “Senhora dos Afogados”.

Marlene Fortuna é paulistana e possui sua vida dedicada aos palcos. Desde cinco anos trabalhando como atriz na  Companhia Teatral Maracanã criada por seu pai, José Fortuna, também ator, compositor e dramaturgo, até onze anos devotados aos aprendizados e atuações no Grupo do genial diretor Antunes Filho. Resolveu dar um interregno e partir para a carreira acadêmica, com o objetivo de teorizar tudo o que aprendeu na prática. Fez mestrado e doutorado na PUC/SP e pós-doutorado na Unicamp.

Luiz Fernando Ramos é Professor Titular do Dep. de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP e pesquisador do CNPq. Dramaturgo e encenador, realizou trabalhos como Síntese e Surpresa: fragmentos do teatro futurista (1985); São Paulo em revista: uma viagem ao umbigo da cidade (Bienal de São Paulo, 1991); Two White Sheets (Londres, 1994); Ser, ou não, Craig (Teatro Laboratório da USP, 2000); A Morta (Viva), (Mostra SESC de Artes, 2007).

7/10 | Mesa: A trajetória de Antunes Filho antes da criação do CPT

Com Irene Ravache, Jonas Bloch e Jefferson Del Rios. 

Irene Ravache é atriz, diretora e produtora. Já conquistou todos os principais prêmios destinados ao teatro, cinema e televisão em mais de sessenta anos de carreira. Começou sua carreira no Rio de Janeiro, na década de 1960, participando da histórica montagem de Eles Não Usam Black-Tie, do Centro Popular de Cultura (CPC), da UNE. Em 1968 mudou-se para São Paulo, chamando a atenção pelo trabalho em A Cozinha, de Arnold Wesker, direção de Antunes Filho. A partir daí, encenou textos de autores como Maria Adelaide Amaral, Leilah Assunção , Loleh Bellon , Andrea Bassit entre tantos outros. No teatro contracenou com atores como Juca de Oliveira, Fulvio Stefanini, Rolando Boldrin, Marcos Caruso, Lílian Lemmertz e Regina Braga em inesquecíveis interpretações, e trabalhou com os mais conceituados diretores.

Jonas Bloch é ator e diretor, com longa trajetória no teatro, no cinema e na televisão. Sua experiência na cena brasileira inclui trabalhos realizados sob direção de Antunes Filho no período anterior à criação do CPT, do qual traz memórias e perspectivas sobre os processos artísticos do diretor.

Jefferson Del Rios é jornalista e crítico teatral com longa atuação na imprensa paulista.
Conviveu intensamente com Antunes Filho desde 1971 quando o diretor encenou “Peer Gynt” (Teatro Itália) com Stênio Garcia, Jonas Bloch, Ewerton de Castro e Ariclê Perez. Esteve com ele – e o CPT – nos Festivais Internacionais de Lisboa e Istambul.

8/10 | Mesa: Gupo Macunaíma e CPT

Com Emerson Danesi, Raul Teixeira, Salma Buzzar e Valmir Santos.

Emerson Danesi é ator, diretor e produtor teatral. Trabalhou com Antunes Filho no CPT por mais de duas décadas, atuando em diferentes frentes de criação, formação e produção. Participou como ator de montagens como Drácula e Outros Vampiros, Fragmentos Troianos, Medeia e da série Prêt-à-Porter, além de dirigir Margherite, Mon Amour e Lamartine Babo, com texto de Antunes Filho.

Raul Teixeira é músico e pesquisador sonoro, com longa colaboração com Antunes Filho e o Grupo Macunaíma/CPT. Participou da criação sonora de diferentes espetáculos e também esteve ligado às experiências formativas do Centro, incluindo iniciativas voltadas à pesquisa e à formação em sonoplastia e criação sonora para a cena.

Salma Buzzar é formada em Cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP. Começou a trabalhar como atriz no longa metragem Cristais de Sangue da diretora Luna Alkalay. Em seguida com os diretores Maurice Capovilla, Walter Hugo Khoury, como atriz e continuísta, Alan Fresnot, como continuísta e José de Anchieta, como assistente de direção. Em 1978 ingressou na montagem da peça Macunaíma sob a direção de Antunes Filho e com o grupo, além das turnês pelo Brasil e exterior, atuou em Nelson Rodrigues, o Eterno Retorno, Nelson Rodrigues 2 e Romeu e Julieta.  Na sequência, trabalhou com a diretora Celia Helena na peça Pedro e o Lobo e em programas na TV Cultura.

Valmir Santos é jornalista, pesquisador e crítico de teatro. Cofundador do site Teatrojornal, acompanha a produção das artes cênicas brasileiras e desenvolve trabalho dedicado à crítica, à memória e à reflexão sobre processos artísticos, grupos, artistas e políticas culturais.

9/10 | Mesa: CPT e ressonâncias atuais

Com Bete Coelho, Lee Taylor e Welington Andrade.

Bete Coelho é atriz e diretora. Atua desde os nove anos de idade. Como atriz, trabalhou com diversos diretores, entre eles: Antunes Filho, Gerald Thomas, Zé Celso Martinez Corrêa, Paulo Autran, Jô Soares, Daniela Thomas, Bob Wilson e Radoslaw Rychcik. Em 2010 fundou a Cia. Teatrofilme com a qual montou as peças O Terceiro Sinal, Mãe Coragem, Molly — Bloom, Ana Lívia, Petra e Lia Lia, além dos filmes Medeia por Consuelo de Castro e Gaivota.

Lee Taylor é artista-pesquisador-pedagogo e coordenador do Núcleo de Artes Cênicas (NAC). Fez graduação, mestrado e é doutorando em Artes Cênicas pela ECA/USP. Integrou por quase 10 anos o CPT/Sesc (2004 – 2013), sob direção de Antunes Filho, onde protagonizou os espetáculos A Pedra do Reino (2006), Foi Carmem (2008), Senhora dos Afogados (2008), A Falecida (2009) e Policarpo Quaresma (2010), e atuou no CPTzinho, como professor de atuação, corpo e voz do curso de Introdução ao Método de Ator, de 2005 a 2013. Foi docente das disciplinas “Atuação e Performance”, “Corpo e Voz” e “Improvisação e Jogos Teatrais” na graduação do Departamento de Artes Cênicas, Educação e Fundamentos da Comunicação (Dacefc), do Instituto de Artes da Unesp.

Welington Andrade é bacharel em Artes Cênicas pela Uni-Rio e em Letras pela USP, onde realizou mestrado e doutorado em Literatura Brasileira, com pesquisa em Dramaturgia. É professor titular da Faculdade Cásper Líbero e colunista de teatro da revista Cult e responsável pela coluna de crítica teatral “Cena Contemporânea”, no site da publicação.

10/10 | Apresentação do Curso de Atuações

Com Antônio Araújo, Chris Belluomini, Cristina Moura e Lígia Cortez. 

Antônio Araújo: é diretor teatral, curador e professor no Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. É diretor artístico do Teatro da Vertigem, companhia na qual desenvolve suas pesquisas em encenação e site-specific, desde 1992. É coidealizador e diretor artístico da MITsp – Mostra Internacional de Teatro de São Paulo.

Chris Belluomini: artista do corpo, educadora e diretora artística. Iniciou sua trajetória integrando a Victor Navarro Cia. de Dança. Já atuou como bailarina, criadora e colaboradora de diferentes artistas e companhias, desenvolvendo pesquisa situada na intersecção entre dança, teatro, educação e criação cênica. Foi diretora artístico-pedagógica do Núcleo Luz, projeto que articulava arte, educação e compromisso social.

Cristina Moura: é uma artista contemporânea, diretora teatral, coreógrafa, intérprete e preparadora de elenco. Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Seu trabalho é investigativo e transita entre linguagens, e vem sendo mostrado com êxito no Brasil e no exterior. Além da criação de espetáculos, tem pesquisa em formação de atores e bailarinos e ministra aulas e cursos regularmente.

Lígia Cortez: atriz, diretora teatral, arte-educadora e pesquisadora. É doutora em Teoria Literária e Literatura Comparada da Universidade de São Paulo. Diretora artístico-pedagógica do Célia Helena Centro de Artes e Educação, que reúne a Escola Superior de Artes Célia Helena, o Teatro-escola Célia Helena e a Casa do Teatro. Pró-reitora do curso de Mestrado Profissional e Doutorado Profissional em Artes da Cena. Tem experiência como atriz no cinema, televisão e teatro.

Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.