Duração: 90 minutos
atividade presencial
Grátis
Local: Auditório - 3º andar
retirada de ingressos, 1h antes do início da atividade
Data e horário
De 12/05/2026 a 12/05/2026
A sociobiodiversidade é o ponto de partida deste encontro, que reúne especialistas, cozinheiras tradicionais e parceiros de diferentes regiões do país para conversar sobre conservação da natureza, geração de renda e valorização de quem vive e cuida dos territórios.
Os convidados apresentam o processo de criação do livro digital “Culinária à brasileira: receitas com ingredientes da sociobiodiversidade”, que reúne receitas elaboradas em diversos contextos, com ingredientes da Amazônia, do Cerrado e da Mata Atlântica, aproximando o público urbano dos sabores e das histórias que sustentam esses lugares.
Em formato de bate-papo, a atividade convida o público a reconhecer a comida como memória, identidade e construção coletiva, mostrando que os sabores presentes à mesa existem graças ao trabalho de povos e comunidades tradicionais guardiões das florestas, rios e terras que garantem a vida.
Retirada de ingressos, 1h antes do início da atividade.
Mediação
Ana Carolina Bauer é analista de conservação sênior da WWF-Brasil, engenheira ambiental com mestrado em Conservação da Biodiversidade e Desenvolvimento Sustentável, possui ampla experiência em gestão de projetos de conservação e sistemas de gestão (ambiental, social, qualidade e segurança do trabalho), atuando especialmente na temática da sociobiodiversidade, atuando com cadeias de valor e comunidades tradicionais no bioma Cerrado, com a implementação de projetos que visam fortalecer a produção e o acesso aos mais diversos mercados.
Debatedores
Dona Maria do Socorro é liderança comunitária, vive no território do Bico do Papagaio, extremo norte do Tocantins, local de transição Amazônia-Cerrado. É Quebradeira de Coco Babaçu, extrativista, apicultora, agricultora tradicional, professora e poeta. Preside o Fundo PUXIRUM e a Associação das Mulheres Trabalhadoras Rurais do Bico do Papagaio (ASMUBIP).
João Salinas é chefe de cozinha e ativista, atuando em coletivos ligados à soberania alimentar e à sociobiodiversidade. Valoriza a cultura alimentar brasileira e também trabalha com projetos de formação gratuita, oferecendo aulas focadas em gastronomia, cultura alimentar e eco gastronomia.
Maria Arruda do Nascimento é paraense, moradora da Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns. É tesoureira da Ecocentro/Acosper, associação situada em Santarém que funciona como um hub de negócios da sociobiodiversidade e trabalha com mais de 300 famílias nas cadeias da borracha, andiroba, cupuaçu e mel.
Mayk Arruda atua há mais de 20 anos no desenvolvimento de cadeias de valor da sociobiodiversidade brasileira, com foco no acesso a mercados e no fortalecimento da agricultura familiar e da economia solidária. Integrou a equipe técnica de fundação da Cooperativa Central do Cerrado e da UNICAFES, tendo papel central na formulação e implementação de políticas públicas estruturantes, como a cota de 30% da agricultura familiar no PNAE, a PGPM-Bio e o marco regulatório da Lei da Biodiversidade. Atualmente, integra a assessoria institucional da Cooperativa Central do Cerrado, coordena o Consórcio Babaçu Livre e preside o Comitê Gestor do DGM Brasil, mecanismo de apoio a povos indígenas e comunidades locais.
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