Solo Marajó (Foto: divulgação)
Solo Marajó (Foto: divulgação)

Solo de Marajó

Com Claudio Barros e direção de Alberto Silva Neto

Pinheiros

Duração: 60 minutos

12

atividade presencial

Local: Auditório (3º andar)

Venda nas bilheterias a partir de quarta, 21/12, às 17h

Solo Marajó (Foto: divulgação)
Solo Marajó (Foto: divulgação)

Solo de Marajó é um espetáculo criado pelo grupo paraense USINA, a partir da obra do romancista paraense Dalcídio Jurandir.

Sozinho sobre o palco vazio, um ator conta oito histórias que, reunidas, fazem um retrato dos modos de vida do povo habitante de pequenos povoados à beira dos rios, no Norte do Brasil. Usando apenas o corpo e a voz, ele constrói narrativas que levam o espectador a imaginar pessoas, paisagens, cores, sons e cheiros que constituem o universo amazônico.

A obra de Dalcídio Jurandir, traduz a complexidade da região, onde a riqueza e a exuberância da vida ligada ao ambiente natural contrastam com um drama social histórico, consequência da exploração predatória e da violação de direitos que resultam em desigualdades sociais alarmantes.

FICHA TÉCNICA

Obra original: Romance Marajó, de Dalcídio Jurandir (1947)

Dramaturgia, iluminação, encenação e direção: Alberto Silva Neto.

Dramaturgia, figurino e atuação: Claudio Barros.

Fotos de divulgação: JM Conduru Neto.

Coordenação de Produção: Vanda Dantas

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