Duração: 180 minutos
atividade presencial
Local: Sala de Oficinas 1
Inscrições online e no local às 14h, a partir de 17/12 (Credencial Plena) 19/12 (público geral).
Entrelaçar fios é também entrelaçar histórias. No crochê fio conduzido, cada ponto guarda um desenho, cada cor revela um caminho. Neste curso, traça-se quatro encontros de criação: do gesto simples da laçada ao universo de padrões que nascem no tecido, transformando gráficos em imagens vivas, a conduzindo cores em harmonia e moldando as peças que carregam a marca própria da imaginação individual.
Carlos Henri, artista visual e têxtil, produtor cultural e bacharel em Artes Visuais (FMU), investiga a arte afrobrasileira para tecer novas narrativas e experimentar a arte como ferramenta de ressignificação. Seus trabalhos dialogam com a memória, a ancestralidade e a cidade, criando pontes entre tradição e dissidência. Pesquisa formas de desmantelar estruturas coloniais e construir linguagens que expandem o pensamento decolonial na arte. Através da materialidade têxtil e da intervenção urbana, busca ressignificar a memória e reinvenção.
Walter de Sousa, arte-educador, integrante do coletivo ponto de encruza, onde pesquisa danças de cultura afro-brasileira em corporeidades dissidentes, graduando de Ciências Sociais, oficineiro em artes têxteis e contações de história.
Lista de materiais por aluno:
– Agulhas de crochê (2,5mm a 4mm);
– Fios de barbante. Pelo menos 3 cores contrastantes;
– Tesoura;
– Folha sulfite;
– Marcador de pontos.
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