Datas e horários
20/06 a 21/06
A feira reúne produtoras e produtores da região que atuam com sistemas orgânicos, agroecológicos e agroflorestais, contribuindo para o fortalecimento da economia solidária e a aproximação entre o campo e a cidade.
O público tem acesso a alimentos frescos e de qualidade, além de conhecer as histórias e práticas por trás de cada produção, participando ativamente de uma rede que promove transformações socioambientais no território.
1 – Sítio Nascer do Sol – Jacira Pereira Leite (Franco da Rocha/SP)
@sitionascer_dosol
Jacira Pereira Leite é mulher da roça e guardiã de saberes e sabores. Vive no Sítio Nascer do Sol, onde cultiva a terra e produz alimentos naturais e artesanais, como pães, bolos e outras delícias, com ingredientes frescos. Seu trabalho carrega a força da terra, a tradição e o cuidado em cada preparo, da roça direto para a mesa.
Produtos: pães, geleias, hortaliças, legumes e frutas agroecológicas.
2 – Agrofloresta Brottos – Gabriela Brotto (Itatiba/SP)
@agrofloresta_brottos
Gabriela Moraes Brotto é designer de moda, cozinheira de culinária vegana e vegetariana, agricultora agroflorestal e pesquisadora de cores naturais. Desde 2020, dedica-se ao projeto Agrofloresta Brottos, voltado à agroecologia, segurança alimentar e sustentabilidade têxtil. Em um antigo pasto transformado em laboratório vivo, cultiva alimentos e plantas tintórias de forma biodiversa, buscando fortalecer a resiliência climática e reconectar as pessoas aos ciclos da natureza.
Produtos: in natura da roça, como banana, mandioca, batata doce, vasos de ervas e mudas variadas, ervas para chás e sementes.
3 – Joselene Araújo Santana – Comuna da Terra Irmã Alberta (Perus/SP)
@joselene.santa
A Comuna da Terra Irmã Alberta, do MST, existe desde 2002 em Perus (SP), criada para impedir a instalação de um aterro na região. Há mais de duas décadas, preserva o meio ambiente e fortalece a agricultura familiar por meio de horta coletiva, agrofloresta, mutirões e cuidado com nascentes. Mesmo diante de desafios como incêndios e acesso limitado à água, produz alimentos saudáveis e contribui para a regeneração ambiental. Entre suas representantes está Joselene Araújo Santana, militante do MST que atua na produção de alimentos na comunidade.
Produtos: legumes, hortaliças e grãos livres de agrotóxicos.
4 – Centro Agroecológico Paulo Kageyama (Jarinu/SP)
@capk.agroecologia
O Centro Agroecológico Paulo Kageyama, do MST, é uma escola de formação e produção em agroecologia localizada em Jarinu (SP). Criado em 1993, ocupa 21,6 hectares e atua como espaço de troca de saberes entre famílias da reforma agrária e a sociedade. Suas atividades são orientadas pelos princípios da agroecologia, do trabalho e do estudo.
Produtos: verduras variadas, grãos, cereais, ecobags e bonés.
5 – Tudo da Terra Orgânicos (Jarinu/SP)
@tudodaterraorganicos
A Tudo da Terra surgiu em 2019 com o propósito de aproximar pessoas da comida de verdade, conectando produtores conscientes a consumidores. Além das cestas de alimentos naturais e feiras, promove eventos, piqueniques e experiências voltadas à alimentação sustentável, com foco em educação, cuidado e respeito ao meio ambiente.
Produtos: hortaliças, legumes e frutas orgânicas.
6 – Meliponário Duílio – William Bercê (Jarinu/SP)
@duilio_melipo
Empreendimento familiar que atua com abelhas nativas sem ferrão, agrofloresta e educação ambiental. Integra meliponicultura, produção agroflorestal, formação e marcenaria com reaproveitamento de madeira, a partir do encantamento pelas relações ecológicas e pelo papel das abelhas nos ecossistemas.
Produtos: hortaliças, legumes e frutas orgânicas.
7 – Rede de produtores orgânicos: Terra Matula, Sítio Santo Antônio, Fazenda Santa Tereza – Carla Campanaro (Jarinu/SP)
@terramatula
@sitiosantoantonio_organicos
@fazendasttereza
@carlarcampanaro
Iniciativas de produção da região de Jarinu, orientadas pela engenheira agrônoma Carla Campanaro, voltadas à produção de alimentos orgânicos certificados, com foco em sustentabilidade e conexão direta entre produtor e consumidor.
Produtos: mandioca, erva baleeira, limonete, cúrcuma, soja edamame; tomate in natura, molho de tomate, ora-pro-nóbis, couve, banana passa, granola, palitos de parmesão, mostarda, geleia de mangará.
8 – Coletivo Japy (Jundiaí/SP)
@coletivojapy
O Coletivo Japy é um movimento socioambiental de Jundiaí e região, dedicado à defesa da biodiversidade e à valorização dos territórios naturais. Atua com educação ambiental, justiça climática, mobilização comunitária e incidência em políticas públicas, promovendo a participação social e a conservação ambiental.
Produtos: fotografias e desenhos inspirados na fauna nativa, sementes e mudas.
9 – Sítio Escola Portão Grande – Antônio Ferres Neto (Várzea Paulista/SP)
@portaogrande
A Associação Sítio Escola Portão Grande é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos, reconhecida por Lei Municipal como Entidade de Interesse Público. Atua no desenvolvimento educacional, ambiental e humano de crianças e adolescentes por meio de experiências práticas e imersivas em contato com a natureza, ciência aplicada e produção agrícola orgânica certificada. Utilizamos a vivência e o estudo de campo da agricultura orgânica como ferramenta pedagógica.
Produtos: verduras e beneficiados orgânicos.
10 – Empório Fiorire – Sabor, Sentir e Saber – Grace Fiorire (Jundiaí/SP)
@fioriresaborsentirsaber
Criação de Grace Santos, agrofloresteira, aromaterapeuta e produtora cultural, a Fiorire desenvolve produtos aromáticos e experiências sensoriais que articulam saberes tradicionais, agroecologia e turismo rural. Inspirada na permacultura e na economia criativa, promove conexões entre pessoas, territórios e práticas de bem-estar e cultura alimentar.
Produtos: escalda pés, banho de ervas, fitossais, massalas ayurvédicas, sal de ervas, bastão de ervas defumador, incensos naturais, velas de cera de abelha, spray fitoenergético, sabão de limpeza, sabonete artesanal e shampoo em barra.
11 – Coletivo As Marielles – Acampamento Marielle Vive (Valinhos/SP)
@acampamentomariellevivesp
O Coletivo As Marielles, criado em 2019 no Acampamento Marielle Vive, atua no fortalecimento da autonomia, geração de renda e formação em gênero para mulheres. Reúne cerca de 15 integrantes que produzem artesanato, alimentos, fitoterápicos e mudas, comercializados em feiras e bazares da região.
Produtos: artesanatos, comidas, fitoterápicos, hortaliças, legumes e mudas de ervas medicinais.
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