O ano era 1995 e Chico César colocava seu álbum de estreia “Aos Vivos” no mundo. Trinta anos depois, o disco, que se tornou um clássico da música brasileira, ganha uma celebração. No palco, Chico canta na íntegra o icônico trabalho, além de outros sucessos da carreira.
Quando apareceu, em 1995, “Aos Vivos” marcou o surgimento de Chico César como artista para o grande público, saindo do seu nicho considerado cult e underground da noite paulistana. Na primeira música do disco, “Beradêro”, o paraibano apresenta uma canção aboio, gênero passado entre gerações de vaqueiros do sertão. Na sequência, já temos dois grandes sucessos “Mama África” e “À Primeira Vista”, em versões espontâneas e intimistas. Segue-se então um desfile de músicas autorais, como “Saharienne”, “Mulher Eu Sei” e “Clandestino”, junto a parcerias e interpretações de outros artistas, como em “Paraíba”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, e “Alma não tem cor”, de André Abujamra. Isso sem falar nas participações de Lenine e Lanny Gordin.
Nesta celebração dos 30 anos de “Aos Vivos”, Chico César se apresenta como no álbum: um show de voz e violão.
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