Sinapses Poéticas
Sinapses Poéticas

Sinapses Poéticas – AUTOFRICÇÃO: “Yoko Ono – Instrução, ruído, expansão”

Com Verena Smit, Sara Não Tem Nome e Camila Mota. Direção artística e co-mediação: Eduardo Beu.

14 Bis

Duração: 90 minutos

A14

atividade presencial

Grátis

Local: Biblioteca - Piso térreo

Data e horário

De 11/02 a 11/02

11/02 • Quarta • 19h00
Sinapses Poéticas
Sinapses Poéticas

A japonesa Yoko Ono estabeleceu um território artístico que se configura pela poesia-instrução, onde o texto é um convite para a ação-performática. Em seus livros “Acorn” e “Grapefruit”, a linguagem se torna um livro-partitura. Nesta apresentação literária, Verena Smit e Sara Não Tem Nome dialogam com o pensamento conceitual e experimental de Yoko Ono, explorando a performance como forma de escrita.

Criado em 2019, o projeto Sinapses Poéticas articula literatura, performance e escuta a partir de um diálogo que atravessa épocas, vozes e estéticas. Escritores, escritoras e artistas reativam e expandem a poética da palavra, criando sinapses entre suas obras e as dos artistas homenageados e expandindo o campo da literatura. Nesta edição, o projeto se debruça sobre artistas que não se acomodam em um gênero ou suporte, aproximando fronteiras e criando faíscas. Esta autofricção trabalha nas bordas entre confissão e ficção, unindo escrita, voz e corpo em uma mesma criação.

Sara Não Tem Nome – convidada
Artista interdisciplinar mineira, que trabalha em música, artes visuais, cinema e performance. Seu trabalho mistura videoperformance, colagens, videoclipes e objetos artísticos, explorando humor, crítica social e a precariedade das condições de produção cultural. Sua obra inclui o álbum “Ômega III” (2015), diversos singles como “Cidadão de Bens” (2022), “Exausta” (2021), e o disco “Situação” (2023).

Verena Smit – convidada
Artista visual contemporânea cuja prática cruza fotografia, comunicação e poesia visual. Em suas obras, frases curtas de forte significado aparecem tanto em livros, como “Eu você” (2016), quanto em projetos visuais e intervenções públicas, como o “Poesia Concreto” (2022), espalhado pelo centro de São Paulo.

Camila Mota – mediação e performance
Atriz, diretora teatral e estrategista artística carioca associada ao Teatro Oficina Uzyna Uzona, fundado por Zé Celso. Desde 1997, integra o grupo como atriz e assistente de direção, participando de montagens como “Cacilda!” e “Os Sertões”. Em 2023, Camila fez sua estreia como diretora principal no Oficina com “Mutação de Apoteose”.

Eduardo Beu – direção artística e mediação
Artista visual, DJ, jornalista, cuja prática opera no intervalo friccionado entre imagem, corpo, som e texto. Seu trabalho se articula como um gesto entre-linguagens, um campo onde suportes (projeções, literatura, ato de fala, instalações sonoras) se misturam, se desfazem e se recombinam em paisagens sensoriais, políticas e afetivas. É o criador e idealizador dos projetos “Trovadores do Miocárdio”, “Black Poetry”, “Sinapses Poéticas”, “Nervo Óptico” e “Aural: Poesias Ressonantes”.

Utilizamos cookies essenciais para personalizar e aprimorar sua experiência neste site. Ao continuar navegando você concorda com estas condições, detalhadas na nossa Política de Cookies de acordo com a nossa Política de Privacidade.