O power trio de Uberaba formado por Charles, Chaene e Pancho, surgiu em 2014 e lança seu primeiro álbum um ano depois, colhendo excelentes críticas em várias partes do mundo. Abriram shows de grande expressão nacional e internacional como Slayer, Sepultura e se apresentaram em festivais como Porão do Rock, Virada Cultural, Download FR (2016) e Afropunk FR (2016), NY (2018) e Miami (2021). Nos últimos anos a banda esteve no line up de festivais como Rock In Rio, Primavera SoundBR, KnotFestBR, LollapaloozaBR, MIL Lisboa, Rockodromo Chile, Furia Metal Fest Argentina, HellFest França, Rock Al Parque Bogotá, entre outros.
O Black Pantera vem de uma trajetória impecável na música. O álbum “Ascensão” (Deck/2022) foi uma virada na carreira deles, colocando a banda entre as maiores do rock brasileiro e abrindo caminho para uma grande turnê. Com ele, tocaram em várias cidades do país, em festivais como Rock in Rio, Primavera Sound, Knotfest e Afropunk Bahia e no Lollapalooza Brasil. Também se apresentaram em Portugal, Irlanda, Inglaterra, Colômbia e Chile. Em 2022 foram indicados ao Prêmio Multishow na categoria Grupo do Ano e marcaram presença em várias listas de melhores discos do ano. No final de 2023 receberam duas indicações para o Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), “Melhor Show” e “Melhor Disco”, este pelo EP “Griô” (2023), cantado em inglês. Em 2024 lançaram o quarto álbum de estúdio, “Perpétuo”.
Neste novo trabalho, a tônica é sobre ancestralidade: “A gente vem pensando bastante sobre esse tema, sobre como acabamos sendo eternos através de nosso sangue, nossa luta, nossa ancestralidade. São músicas que refletem isso de maneira incisiva, essa ideia de legado de todos nós. E, se você pensar, daqui 50 anos a banda pode até acabar, mas as músicas vão continuar existindo” – comentou o baixista Chaene.
O som continua sendo um crossover de rock, punk, hardcore, funk e metal e se mantém pesado, mas traz novidades: acrescentando instrumentos de percussão, a banda se aproxima de seus laços ancestrais, dialogando cada vez mais com a estética tribal e acaba entregando em ritmo e poesia um álbum afro-latino, um chamado à união. As letras, sempre fortes e contundentes, ampliam a pauta antirracista e antifascista, como comenta o baixista Chaene: “A pauta ainda é a mesma, mas estamos falando de outras perspectivas” – finaliza.
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