atividade presencial
Local: Teatro
Vendas on-line, dia 03/2, às 17h; presencial, dia 04/2, às 17h
Ana e Madalena são vizinhas, moram no mesmo prédio, mas mal se conheciam até um fato trágico marcar a vida das duas e mudar os rumos de suas histórias. O marido de Madalena, ao pular da janela, desaba justamente sobre o marido de Ana. E, a partir disto, o que as une é o que as separa. Na rotina das ausências, as duas viúvas vão se aproximando: atravessam a dor, a chegada de uma criança, as agruras do recomeço. Nasce uma amizade, que talvez expanda o que se entende por família. Vencedora do Prêmio Shell de Dramaturgia 2024.
Sobre o projeto
“Não Fossem As Sílabas do Sábado”, peça ganhadora do Prêmio Shell de dramaturgia (2024), assinada por Liana Ferraz, é uma adaptação para o premiado romance homônimo escrito por Mariana Salomão Carrara, e narra a
delicada construção de uma amizade entre duas mulheres unidas por um trágico e absurdo acidente: em uma manhã de sábado, um homem pula da janela do seu apartamento e cai em cima de outro, que saía do mesmo prédio. Acompanhamos, em temporalidade não linear, doze anos do luto de duas viúvas, Ana e Madalena, vizinhas que, até o fatídico sábado, não se conheciam.
Direção: Joana Dória
Elenco: Carol Vidotti e Fábia Mirassos
Dramaturgia: Liana Ferraz
Autora: Mariana Salomão Carrara
Direção de movimento: Nina Giovelli
Assistência de direção: Abel Xavier
Trilha Sonora: Pedro Semeghini
Cenografia: Andreas Guimarães
Figurino: Érika Grizendi
Visagismo: Fábia Mirassos
Projeções e mapping: Vic von Poser
Desenho de luz: Henrique Andrade
Direção técnica: Giovanna Gonçalves
Cenotécnico: José Da Hora
Fotos: Tomás Franco
Idealização: Carol Vidotti
Produção: Paula Malfatti
Coordenação geral: Carol Vidotti
Duração: 95 minutos
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