Foto: Renato Parada
Foto: Renato Parada

Tecendo o Sensível

com Monique Malcher

Avenida Paulista

Duração: 120 minutos

16

atividade presencial

R$ 9,00 Credencial Plena
R$ 15,00 Meia entrada
R$ 30,00 Inteira

Local: Tecnologias e Artes (4º andar)

Vagas limitadas. Inscrições online a partir das 14h, 25/2 (Credencial Plena) e 27/2 (público em geral).

Data e horário

De 05/03 a 26/03

Quinta

Quinta-feira, 19h30 às 21h30 - Estúdio

Foto: Renato Parada
Foto: Renato Parada

Uma oficina para quem quer utilizar a pesquisa etnográfica para escrever ficção. Utilizando cadernos de campo, conversas, desenhos, fotografias e observação participativa, tal qual um antropólogo faz. A etnografia para além de um método, mas de um modo de estar no mundo atento ao que acontece ao redor de nós. Para escrever ficção é preciso estar sensível ao mundo e encontrar nossos assombros.

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As aulas:
Aula 1
Como devemos viver? Etnografar e criar.
Antropologia e ficção caminham juntas no aprendizado sobre a vida. A etnografia como saída da página em branco.

Aula 2
Observação participante com desenhos, fotografias e cadernos de campo. O registro é um guia cartográfico do olhar para a escrita ficcional.

Aula 3
Sítios arqueológicos. Entre lares, cidades e pertences. Como os artefatos do cotidiano compõe o tecer ficcional?

Aula4
A espera no tecer da sensibilidade. Como o silêncio e a espera nos acompanham na composição de uma história e da pesquisa para ficcionalização.

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Monique Malcher é escritora, jornalista e artista plástica nascida em Santarém, oeste do Pará. Mestre em Antropologia (UFPA) e Doutora Interdisciplinar em Ciências Humanas na área de estudos de gênero (UFSC). Hoje reside em São Paulo. Seu primeiro livro “Flor de gume” (editora Moinhos) foi ganhador do Prêmio Jabuti de Literatura em 2021 na categoria contos. A escritora é a segunda mulher do norte a ganhar um Jabuti no eixo literatura. Flor de gume também será publicado em breve com o título “Flor de filo” pela Fundo de Cultura Economica, no México. Seu primeiro romance se chama “Degola” (2025) e foi recentemente publicado pela Companhia das Letras.

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