Tarântula Transita (Foto Gabriel Augusto)
Tarântula Transita (Foto Gabriel Augusto)

Tarântula Transita

com Vulcanica Pokaropa. Direção: Cibele Mateus

Rio Preto

Duração: 50 minutos

L

atividade presencial

Local: Teatro

Vendas on-line dia 24/2, às 17h; presencial, dia 25/2, às 17h

Tarântula Transita (Foto Gabriel Augusto)
Tarântula Transita (Foto Gabriel Augusto)

Quatro amigas embarcam numa fábula sobre sonhos, enfrentando desafios com a ajuda do público. Com humor, poesia e números circenses, criam um universo que contrasta com os anos 1980. Inspirado na Operação Tarântula, o espetáculo transforma dor em resistência, celebra a busca por liberdade e lembra que essa luta segue urgente

Ficha técnica 
 Concepção e atuação: Vulcanica Pokaropa 
Direção: Cibele Mateus 
Criação dramatúrgica: Cibele Mateus e Vulcanica Pokaropa 
Dramaturgia textual: Vulcanica Pokaropa 
Provocação em comicidade: Karla Concá 
Sonoplastia: Caê 
Produção mix e master: Quixote 027 
Figurinos e adereços: Bioncinha do Brasil e Vulcanica Pokaropa 
Cenário: Bioncinha do Brasil, Igor Costacurta, Marcos Ferreira e Vulcanica Pokaropa 
Direção de arte: Vulcanica Pokaropa 
Produção: Vulcanica Pokaropa 
Colaboração cênica: Fagner Saraiva, Noam Scapin e Lui Castanho 

Sobre Vulcanica Pokaropa 
 Performer, artista visual, produtora cultural e fotógrafa travesti. Formada em fotografia, mestra em Teatro e doutoranda em Artes Cênicas, pesquisa a presença de pessoas trans nas artes do corpo. Integra a Cia. Fundo Mundo de Circo, companhia formada exclusivamente por pessoas trans.

Mulheres em Riso: O Feminino no Picadeiro Contemporâneo
Embora o mês de março reúna datas simbólicas dedicadas tanto ao circo quanto ao teatro, este projeto escolhe um recorte preciso: o circo. A escolha parte do desejo de olhar com atenção para um campo que, historicamente, se estruturou a partir de funções rígidas, nas quais o protagonismo masculino ocupou, por muito tempo, o centro do picadeiro. Às mulheres foram atribuídos papéis auxiliares, decorativos ou restritos a determinadas práticas. Hoje, esse cenário se transforma de maneira consistente — e é justamente esse movimento que o especial se propõe a evidenciar: mulheres como agentes fundamentais desse processo. 

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